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sábado, 14 de maio de 2011

Mantras Divinos de 16/21 de maio -''He He Ayn Yod He '' – BINAH RUACH DEVEKUT – Anjo HAHAIAH


He He Ayn Yod He

Abre para nós os portais dos mistérios divinos. 

Faz-nos transcender.








O amor não pode ser o substantivo, mas verbo, eternamente.


Não se expressa amor através da palavra amor,


mas através da palavra amar;

não é a dança,

mas o dançar;

não é existir,

é viver...






O que é o amor?

O que está verdadeiramente por trás desta pergunta?

Deixamos de amar e respeitar ao próximo quando não o percebemos mais.

Isso ocorre quando não temos mais a noção da estrutura espacial entre a nossa vida e a vida do outro, eliminando de nossa alma toda a essência da Torá, que é "amar ao próximo como a ti mesmo".
Não houve um justo que tenha falado mais em amor do que Shlomo (Salomão): ele descreve no livro Cânticos dos Cânticos (cap 2:2) "És um lírio entre os espinhos".

Ao lermos este livro, não sabemos ao certo se Shlomo(Salomão) está se referindo à sua mulher, à D-us ou à Tradição.

Na verdade podemos interpretar o texto por todas essas óticas: o amor sublime de um homem por sua mulher, pelo Criador e pela Tradição, porque, em verdade, todos são um só e tudo o que existe deve fluir a partir de um único ponto: o amor.

E como fazer o amor espiritual acontecer em nossas vidas?

Nenhum amor, seja por outra pessoa, por D-us ou pela Tradição, será verdadeiramente eficaz se não formos capazes de expressar o nosso amor pelo próximo de modo mais amplo e sem restrições.

Esse é o segredo do amor.

O amor não é algo que usamos como um uniforme, que vestimos no momento em que estamos executando esta ou aquela tarefa.

Isso não é o amor e sim a sua deturpação.

Amor é um estado de espírito e não uma roupa.

Se não estivermos dentro desse estado de espírito, nesta freqüência, não nos permitiremos ser invadidos pelo amor, logo, o amor não será possível em nenhuma das dimensões, nem por D-us, pela Tradição e muito menos pelo próximo.

Por muito tempo chegamos a pensar que o oposto do amor seria o ódio.

Na compreensão da Cabalá, o oposto ao amor é o medo.

Essas duas coisas jamais podem coabitar.

Se estamos na freqüência do medo, somos incapazes de sintonizar o amor.

Grande parte da humanidade vive em estado de medo e, graças a isso, buscamos invadir o espaço do outro ao mesmo tempo que nos fechamos em "fortalezas intransponíveis", impedindo de sermos tocados.

Temos medo de ser abandonados, rejeitados, traídos, etc.

No estado de medo somos abandonados, no de amor nós desaparecemos - pense nisso.

De modo geral as pessoas pensam no amor em duas posições: aquele que domina e aquele que é dominado.

Dominar não combina com amar, porque amar, entre outras coisas, é fundir-se à eternidade, ao infinito.

É não ter uma fronteira que limite a condição de amar e de expressar amor.

O problema começa quando desejamos que a expressão do amor do outro corresponda aos nossos desejos, ansiedades e expectativas.

Isto nos faz perder a magnífica beleza infinita do amor, que é se expressar por intermédio da nossa espontaneidade.

Estamos constantemente armados, cheios de espinhos, sempre na defensiva, a todo momento esperando que o outro, de alguma forma, nos rejeite... isso não é amor.

"Amor é como o lírio entre os espinhos", dizia Shlomo.

É difícil nos colocarmos frágeis porque nos foi ensinado que devemos ser fortes e inflexíveis.

Devemos ter a palavra certa na hora certa, uma resposta sempre pronta na ponta da língua.

É preciso cobrar e dar o troco.
Tudo isto (e muito mais) é colocado como demonstração de força, da necessidade de mantermos o nosso espaço, a nossa integridade e o nosso orgulho - em síntese, o nosso ego.

Chegará o momento, contudo, que este orgulho terá se mantido com tal bravura que nós seremos a pessoa mais orgulhosa do cemitério e em nossa lápide estará escrito:

"E ele afiou os seus espinhos e foi, petrificou-se".

Isso é a morte, toda forma de radicalismo e de inflexibilidade é a anti-vida, anti-fertilidade - é a dureza do coração.

Como descrito na Torá sobre o faraó:

"Eis que o coração do faraó está endurecido".

Não há sensibilidade nesta condição.
Não há espaço para o amor.

É necessário compreendermos a fortaleza da fragilidade.

Por que Shlomo fala em lírios?
Porque eles são frágilmente destruídos, oscilam no vento e estão sempre expostos.

No entanto, suas pétalas exalam a sua essência o tempo todo, sem correspondências ou expectativas; apenas exalam e não cobram nada por isso.

Se são notadas e admiradas, tudo bem.

Se ninguém as percebe, tudo bem também.

O amor é uma condição da alma e não do ego.
Todo medo, toda ansiedade, toda expectativa tem origem no ego, sede da contra- inteligência.

Portanto devemos ser como lírio entre os espinhos.

Faz parte da vida correr riscos, ser ameaçado, acreditar que algo pode ser retirado de nós...

São muitos os espinhos com que nos deparamos no dia-a-dia.

No entanto, devemos seguir livres pelo deserto com as mãos limpas e o coração leve, orientados por forças luminosas que estão além de nossos sentidos.

Falamos muito, pedimos muito, argumentamos o tempo todo...

É preciso mergulhar no silêncio e, vez ou outra, parar para ouvir também.

D-us fala conosco constantemente através das mais diversas formas.

Quantos O ouvem?

Amar é retirar o ego de uma relação - de qualquer relação.

Na verdade, relacionamento e amor também não combinam muito, pois quando se fala em relacionamento se fala de um compromisso a dois, onde temos dois egos repletos de expectativas e formas, despertando uma disputa, uma competição - quer percebamos isso ou não.

Um dos dois terá que perder e abrir mão de sua forma de amar.

Se um não cede ao outro, surge imediatamente a possibilidade de separação.

Relacionamento é o substantivo; relacionar-se é o verbo.

O amor não pode ser o substantivo, mas verbo, eternamente.

Não se expressa amor através da palavra amor, mas através da palavra amar; não é a dança, mas o dançar; não é existir, é viver... Rav Meir






 HAHAIAH


Traz sabedoria e compreensão. Inspira sonhos
reveladores, caracterizando paranormalidade e revela
mistérios. Dá bons costumes, espiritualidade, discrição.
Sensibilidade artística.




''Porque, Oh! Senhor, tu te manténs distante?Tu te escondes por ocasião da aflição.'' (salmo 10 vers 1 )


HAHAIAH 

Senhor Tu te permitiste mesclar meu sopro com teu sopro a fim de que eu contemple em meu interior a beleza de um Amor sem limites.

Faça que seja para meus irmãos aquele que transmite tua divina harmonia aquele que leva paz e a calma às almas atormentadas.

Permita, Senhor HAHAIAH que não haja confusão entre este Amor - que é lei Natural - e as paixões humanas que habitualmente agitam os corações.

Que todo momento e em todo lugar, Senhor HAHAIAH    eu possa assumir o papel de um bom intermediário e não aquele de um promotor solitário.




BINAH RUACH DEVEKUT 


"Unindo-se fortemente a Deus através do Espírito do Entendimento".


Através do Espírito (Ruach) de Entendimento (Binah) nós nos unimos a Deus e ao fazermos assim, discernimos os diferentes veículos que estão disponíveis através do Espírito de Deus. Ele é o Ajudante, o Libertador, e o Objeto de Confiança Suprema através do qual, uma relação intensa resulta em forte união com Sua Presença.

Visualize as quatro Pombas douradas expandindo-se como o Ruach, dando poder às formas-sementes de vida. Ao abrirmos as portas de nossos céus azulados envocamos essas Palavras Sagradas que nos abrem para todas as formas de experiência espiritual dos Guias Espirituais e Emissários da Luz até os Ajustadores de Pensamento dos Reinos Celestiais. Quando nos é dado esse entendimento vemos como nossas pernas, coração e terceiro olho - nosso corpo é capaz de se harmonizar, ou romper a estrutura de matéria-energia e se tornar re-espacializado no verdadeiro corpo do Espírito. O veículo da Pomba é agora entendido a medida que se dobra em todas as direções - com as palavras do Espírito Santo que é a Linguagem do Entendimento.






Oh Pai, através do Binah Ruach Devekut seja meu refúgio e força. 
Possam todos os Vossos Trabalhos glorificá-Lo Oh Amado Divino e possa eu unir-me fortemente ao Vosso Espírito de modo que Vós possais transformar o humano dentro de mim no mais alto nível de Entendimento espiritual.



MANTRALIZAR 12x: BINAH%20RUACH%20DEVEKUT.mp3


BINAH RUACH DEVEKUT 
BINAH RUACH DEVEKUT 
BINAH RUACH DEVEKUT
BINAH RUACH DEVEKUT 


BINAH RUACH DEVEKUT 
BINAH RUACH DEVEKUT 
BINAH RUACH DEVEKUT 
BINAH RUACH DEVEKUT 


BINAH RUACH DEVEKUT 
BINAH RUACH DEVEKUT
BINAH RUACH DEVEKUT 
BINAH RUACH DEVEKUT 










Maria Elisete 
Shalom...

Um comentário:

  1. O Amor e força,
    O Amor e Compreensão,
    O Amor e Sabedoria,
    O Amor e Alegria,
    O Amor e Paz,
    O Amor e Luz,
    O Amor e a LUZ de DEUS em ação!!!

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MÃE DIVINA





Minha mãe minha rainha
Foi ela que me entregou
Para mim ser jardineiro
No jardim de belas flores
No jardim de belas flores
Tem tudo que procurar
Tem primor e tem beleza
Tem tudo que Deus me dá
Todo mundo recebe
As flores que vêm de lá
Mas ninguém presta atenção
Ninguém sabe aproveitar
Para zelar este jardim
Precisa muita atenção
Que as flores são muito fina(s)
E não podem cair no chão
O jardim de belas flores
Precisa sempre aguar
Com as prece(s) e os carinhos
Ao nosso pai universal

- Mestre Irineu-






OM - BHUR BHUVA SWAH
TAT SAVITUR VARENAYAM
BHARGO DEVASYA DHIMAHI
DHIYO YO NAH PRACHODAYAT

Em um mundo melhor,
a lei natural é a do amor.
Em uma pessoa melhor,
sua natureza também é amorosa.
O amor é o princípio
que cria e sustenta as relações humanas,
O amor espiritual leva ao silêncio,
e esse silêncio tem o poder de unir,
orientar e liberar as pessoas.
E mais, quando o seu amor é aliado à fé,
cria uma forte estrutura para a iniciativa e a ação.
Lembre-se: o amor é um catalisador para mudanças,
desenvolvimento e conquistas.

Por Brahma Kumaris






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