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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Elul é o sexto mês do calendário judaico



Segundo o Sêfer Yetzirah, cada mês do ano judaico tem uma letra do alfabeto hebraico, um signo do Zodíaco, uma das doze tribos de Israel, um sentido e um membro controlador do corpo que correspondem a ele.




Elul é o sexto mês do calendário judaico.



Em Elul nos preparamos para a chegada dos Grandes Dias festivos, tocando o shofar todas as manhãs, tendo nossas mezuzot e nossos tefilin examinados para ter certeza de que ainda estão adequados, tendo mais cuidado com a cashrut e recitando selichot especiais (preces penitenciais) à medida que se aproxima o final do mês.



Por que fazemos tudo isso no mês de Elul? Não podemos esperar até mais próximo de Rosh Hashaná e Yom Kipur?



De qualquer forma, a maioria de nós "trabalha" melhor sob pressão!



Estas questões podem ser explicadas por uma bela parábola:



''Uma vez por ano, um rei muito poderoso deixa seu palácio, seus guardas, seu luxo e vai até o campo para encontrar seus súditos.



No campo, as pessoas podem perguntar o que quiserem ao rei. Não precisam esperar em longas filas, passar por revistas de segurança, ser anunciados com cerimônia. Podem falar com ele sem hesitação.



No entanto, uma vez que o rei tenha retornado a seu palácio, os súditos terão novamente de passar por todos os tipos de protocolo para encontrá-lo. Portanto, obviamente, seus súditos aproveitam a oportunidade ao máximo.



Elul é chamado "mês do arrependimento", "da misericórdia" e "do perdão".

Elul segue os dois meses anteriores de Tamuz e Av, os meses dos dois grandes pecados de Israel, o pecado do bezerro de ouro e o pecado dos espiões.



As quatro letras do nome Elul são um acrônimo para as letras iniciais da frase em Shir Hashirim (6:3):



"Sou do meu amado e meu amado é meu."



"Sou do meu amado" em arrependimento e desejo consumado de retornar à raiz de minha alma em D’us.

"E meu amado é meu" com expressão Divina de misericórdia e perdão.



Este é o mês que "o Rei está no campo".

Todos podem aproximar-se d'Ele, e Seu semblante reluz para todos.



Elul é o mês de preparação para os grandes Dias Festivos de Tishrei.

Foi neste mês que Moshê ascendeu ao Monte Sinai pela terceira vez por um período de quarenta dias, de Rosh Chôdesh Elul a Yom Kipur, quando ele desceu com as segundas "Tábuas do Pacto". Nestes dias D’us revelou grande misericórdia ao povo judeu.



Na guematria, Elul equivale a 13, aludindo aos 13 princípios da Divina misericórdia que são revelados no mês de Elul.



Segundo o Sêfer Yetzirah, cada mês do ano judaico tem uma letra do alfabeto hebraico, um signo do Zodíaco, uma das doze tribos de Israel, um sentido e um membro controlador do corpo que correspondem a ele.



Elul é o sexto mês do calendário judaico.



Em Elul nos preparamos para a chegada dos Grandes Dias festivos, tocando o shofar todas as manhãs, tendo nossas mezuzot e nossos tefilin examinados para ter certeza de que ainda estão adequados, tendo mais cuidado com a cashrut e recitando selichot especiais (preces penitenciais) à medida que se aproxima o final do mês.



Por que fazemos tudo isso no mês de Elul? Não podemos esperar até mais próximo de Rosh Hashaná e Yom Kipur?



De qualquer forma, a maioria de nós "trabalha" melhor sob pressão!



Estas questões podem ser explicadas por uma bela parábola:



Uma vez por ano, um rei muito poderoso deixa seu palácio, seus guardas, seu luxo e vai até o campo para encontrar seus súditos.



No campo, as pessoas podem perguntar o que quiserem ao rei. Não precisam esperar em longas filas, passar por revistas de segurança, ser anunciados com cerimônia. Podem falar com ele sem hesitação.



No entanto, uma vez que o rei tenha retornado a seu palácio, os súditos terão novamente de passar por todos os tipos de protocolo para encontrá-lo. Portanto, obviamente, seus súditos aproveitam a oportunidade ao máximo.



Elul é chamado "mês do arrependimento", "da misericórdia" e "do perdão". Elul segue os dois meses anteriores de Tamuz e Av, os meses dos dois grandes pecados de Israel, o pecado do bezerro de ouro e o pecado dos espiões.



As quatro letras do nome Elul são um acrônimo para as letras iniciais da frase em Shir Hashirim (6:3): "Sou do meu amado e meu amado é meu."



"Sou do meu amado" em arrependimento e desejo consumado de retornar à raiz de minha alma em D’us. "E meu amado é meu" com expressão Divina de misericórdia e perdão.



Este é o mês que "o Rei está no campo". Todos podem aproximar-se d'Ele, e Seu semblante reluz para todos.



Elul é o mês de preparação para os grandes Dias Festivos de Tishrei. Foi neste mês que Moshê ascendeu ao Monte Sinai pela terceira vez por um período de quarenta dias, de Rosh Chôdesh Elul a Yom Kipur, quando ele desceu com as segundas "Tábuas do Pacto". Nestes dias D’us revelou grande misericórdia ao povo judeu.



Na guematria, Elul equivale a 13, aludindo aos 13 princípios da Divina misericórdia que são revelados no mês de Elul.



Letra: Yud



O yud é a primeira letra do tetragrama, o Nome essencial de D’us Havayah, o Nome de misericórdia. É também a letra final do Nome Adnut, o Nome que encerra o Nome Havayah para revelar e expressá-lo ao mundo. Assim, o yud é o início (da essência da Divina misericórdia, Havayah) e o yud é o fim (da manifestação da Divina misericórdia, Adnut).



Toda forma criada começa com um "ponto" essencial, de energia e força de vida, o ponto da letra yud. O fim do processo criativo é também um "ponto" de consumação e satisfação, um yud. "No princípio D’us criou…" é o ponto inicial; "e D’us concluiu no sétimo dia…" é o ponto final.



A palavra yud significa "mão". Nossos Sábios interpretam o versículo: "Até Minha mão fundou a terra, e Minha mão direita desenvolveu os céus" – que D’us estendeu Sua mão direita para criar os céus e estendeu Sua mão esquerda para criar a terra." A mão direita é o ponto de início; a mão esquerda é o ponto do final.



No versículo acima citado, a mão esquerda (à qual se refere como "Minha mão" sem qualquer designação definida de esquerda ou direita) aparece antes da mão direita. Isso combina com a opinião de Hillel de que "a terra precedeu [os céus]." A terra representa a consumação da Criação – "o fim da ação vem primeiro no pensamento".



O yud de Elul é, especificamente, a mão esquerda, o controlador do sentido do mês, o sentido da ação e retificação. Este é o ponto final da Criação atingindo seu supremo objetivo e fim, o yud de Adnut refletindo-se perfeitamente na realidade criada, o yud de Havayah.



Mazal: betulá (Virgem)



A betulá simboliza a amada noiva de D’us, Israel, a noiva do Shir Hashirim, que diz a seu noivo "Eu sou do meu amado e meu amado é meu".



A palavra betulá aparece pela primeira vez na Torá (e a única vez na descrição de uma mulher específica) em louvor de nossa matriarca Rivca, antes de seu casamento com Yitschac.



Na Cabalá, a união de Yitschac e Rivca simboliza o serviço espiritual de prece e devoção a D’us. Yitschac (Yitschac, 208) mais Rivca (Rivca, 307) = 515 = tefilá, "prece".



Na Chassidut, o versículo "Sou do meu amado e meu amado é meu" refere-se, especificamente, ao serviço de prece do mês de Elul.



A "virgem" de Elul (Rivca" dá à luz [retroativamente, com respeito à ordem dos meses do ano]) aos "gêmeos" de Sivan (Yaacov e Essav, os filhos de Rivca, como foi explicado acima). As primeiras Tábuas, dadas em Sivan, foram quebradas (devido ao pecado). As segundas Tábuas, dadas a Moshê em Elul (o mês do arrependimento) estão inteiras. O arrependimento é identificado na Cabalá com "mãe" (em geral, e Rivca em particular). "Mãe" é biná = 67 = Elul.



Na Cabalá, a "mãe" permanece para sempre (no plano espiritual) uma "virgem". Num contínuo estado de teshuvá e tefilá, sua "sempre-nova" união com o "pai" jamais cessa – "dois companheiros que jamais se separam." Com a vinda de Mashiach, assim será o estado do noivo inferior e da noiva. ("Pai" e "mãe" correspondem às primeiras duas letras de Havayah – "a união mais elevada"; "noivo" e "noiva" ou "filho" e "filha" correspondem às segundas duas letras de Havayah – "a união inferior").



A betulah simboliza também a "terra virgem", a Terra de Israel destinada a desposar o povo de Israel, como declara o profeta: "Como um jovem desposa uma virgem, assim os filhos te desposarão [a Terra de Israel]" (Yeshayáhu 62:5). Vemos aqui que os filhos se casam com a "mãe terra", que permanece " terra virgem ".



A terra representa a retificação da ação, o sentido do mês de Elul, como foi descrito acima.



Tribo: Gad



Gad significa "acampamento", como no versículo (a bênção de nosso Patriarca Yaacov a seu filho Gad): "Gad organizará [literalmente. acampará] os acampamentos [acampamentos do exército], e retornará com todos os seus campos" (Bereshit 49:29). O talento especial de Gad é organizar uma "legião".



O nome Gad significa também "boa sorte". É realmente a "boa sorte" de Israel ser a amada noiva de D’us, e sua "boa sorte" se revela através dos meios de nossas boas ações, especialmente aquelas cuja intenção é retificar nossas falhas e nos embelezar, como uma noiva para seu noivo.



A "boa sorte" de Gad tem relação, na Cabalá, aos treze princípios de misericórdia que são revelados no mês de Elul, a fim de despertar a alma de sua raiz (sua "boa sorte") para retornar a D’us.



Gad = 7. Gad foi o sétimo filho de Yaacov a nascer. Mazal, a palavra mais usada para "boa sorte" = 77. A letra do meio de mazal é zayin = 7. Quando as duas letras gimmel dalet que formam o nome Gad (=7) são substituídas pelo zayin (=7) de mazal, a palavra migdal, "torre", é formada. O versículo declara: "Uma torre [migdal = 77] de força [oz = 77] é o Nome de D’us, a ela correrá o tsadic e será exaltado." Na Cabalá, a "torre de força" representa a noiva, a betulah de Elul, a alma-raiz e mazal do povo judeu. O tsadic, o noivo, corre, com todas as suas forças, para entrar na "torre de força".



Sentido: ação



O sentido da ação é o "sentido" e "conhecimento" interior de que por meio de devotados ato de bondade a pessoa sempre é capaz de retificar qualquer falha ou estado imperfeito da alma. Este é o sentido necessário para o serviço espiritual de Elul, o serviço de arrependimento e verdadeira teshuvá a D’us. O sentido da ação é assim o sentido de nunca desesperar. Este é o "ponto", o yud (de Elul), do serviço Divino. Sem ele a pessoa não pode sequer começar (ou terminar) uma ação.



O sentido da ação é a inclinação de consertar um objeto quebrado ("salvar" uma situação) em vez de jogá-lo fora.



Além disso, o sentido da ação é o sentido de organização e de gerenciamento de sistemas complexos (como Gad, a tribo de Elul significa "acampamentos" e "legiões").



Sobre a letra yud de Elul afirma-se: "D’us com sabedoria [o ponto do yud] fundou [retificou] a terra [o sentido da ação]."



Controlador: mão esquerda



Como foi mencionado acima, D’us estendeu Sua mão esquerda para criar a terra (e, como citado acima: "D’us com sabedoria fundou a terra" [Mishlê 3:19]).



A mão direita (a mais espiritual das duas mãos, que criou os céus – "Levante os olhos e veja Quem criou estes" – a dimensão interior, espiritual, da realidade) controla o sentido da visão, ao passo que a mão esquerda (mais física) controla o sentido da ação.



A mitsvá (mandamento da ação) de tefilin shel yad é cumprida com a mão esquerda (a mão direita o coloca sobre a mão esquerda, i.e., a "vê" sendo cumprida com a mão esquerda).



É a mão esquerda que toca o coração. Isso nos ensina que toda ação retificada deriva das boas emoções e intenções do coração.







Tehilim (Salmos) – Capítulo 27

1. (Um salmo), por David. A-do-nai é minha luz e minha salvação, a quem eu temerei? A-do-nai é a força da minha vida, de quem terei medo?

2. Quando malfeitores aproximam-se para devorar minha carne, meus atormentadores e meus inimigos, são eles que tropeçam e caem.

3. Mesmo que um exército me cercasse, meu coração não temeria. Mesmo que a guerra se erguesse contra mim, nisso eu confio.

4. Uma coisa pedi a A-do-nai, isso eu procuro: que eu habite na Casa de A-do-nai todos os dias da minha vida, para contemplar o prazer de A-do-nai e meditar em Seu Santuário.

5. Pois Ele me guardará em Seu abrigo no dia da aflição. Ele me ocultará no esconderijo de Sua tenda. Ele me erguerá sobre uma rocha.

6. Então minha cabeça estará elevada acima dos meus inimigos à minha volta. Eu oferecerei em Sua Tenda oferendas de júbilo. Eu cantarei e entoarei louvor a A-do-nai.

7. A-do-nai, ouve minha voz quando eu chamo, favorece-me e responde-me.

8. De Ti (D’us), meu coração diz: "Procura Minha Presença." Tua Presença, A-do-nai, eu procuro.

9. Não escondas Tua Presença de mim, não rejeites Teu servo em ira. Tu tens sido minha ajuda. Não me abandones, não me desampares, ó D'us da minha salvação.

10. Embora meu pai e minha mãe tenham me abandonado, A-do-nai me acolherá.

11. Instrui-me, A-do-nai, em Teu caminho, e conduze-me no atalho da integridade por causa dos meus atentos inimigos.

12. Não me entregue aos desejos dos meus atormentadores. Pois, eis que apareceu contra mim falso testemunho que sopra (fala) violência.

13. (Eles me teriam esmagado) se eu não tivesse acreditado na contemplação da bondade de A-do-nai na terra da vida.

14. Espera por A-do-nai, fortalece-te e Ele te dará coragem; e espera por A-do-nai.




Academia de Cabala

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MÃE DIVINA





Minha mãe minha rainha
Foi ela que me entregou
Para mim ser jardineiro
No jardim de belas flores
No jardim de belas flores
Tem tudo que procurar
Tem primor e tem beleza
Tem tudo que Deus me dá
Todo mundo recebe
As flores que vêm de lá
Mas ninguém presta atenção
Ninguém sabe aproveitar
Para zelar este jardim
Precisa muita atenção
Que as flores são muito fina(s)
E não podem cair no chão
O jardim de belas flores
Precisa sempre aguar
Com as prece(s) e os carinhos
Ao nosso pai universal

- Mestre Irineu-






OM - BHUR BHUVA SWAH
TAT SAVITUR VARENAYAM
BHARGO DEVASYA DHIMAHI
DHIYO YO NAH PRACHODAYAT

Em um mundo melhor,
a lei natural é a do amor.
Em uma pessoa melhor,
sua natureza também é amorosa.
O amor é o princípio
que cria e sustenta as relações humanas,
O amor espiritual leva ao silêncio,
e esse silêncio tem o poder de unir,
orientar e liberar as pessoas.
E mais, quando o seu amor é aliado à fé,
cria uma forte estrutura para a iniciativa e a ação.
Lembre-se: o amor é um catalisador para mudanças,
desenvolvimento e conquistas.

Por Brahma Kumaris






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