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domingo, 26 de fevereiro de 2012

A FLOR DE LÓTUS

A FLOR DE LÓTUS



“A flor de Lótus nasce na água, flutua sobre a água, mas não fica molhada. Você também deve estar no mundo da mesma forma – nele, por ele, para ele, mas não dele. Essa é a característica especial da educação mais elevada (Vidya), prepará-lo para esse papel. Ou seja, com o coração imerso no Divino e as mãos ocupadas no trabalho, você deve viver assim na terra. O Amor não deve degenerar em um artigo de comércio. O Amor preenche a si mesmo com Amor.” (Sai Baba)

“Certo dia, à margem de um tranqüilo lago solitário, a cuja margem se erguiam frondosas árvores com perfumosas flores de mil cores, e coalhadas de ninhos onde aves canoras chilreavam, encontraram-se quatro elementos irmãos: o fogo, o ar, a água e a terra. – Quanto tempo sem nos vermos em nossa nudez primitiva – disso o fogo cheio de entusiasmo, como é de sua natureza. É verdade – disse o ar. – É um destino bem curioso o nosso. À custa de tanto nos prestarmos para construir formas e mais formas, tornamo-nos escravos de nossa obra e perdemos nossa liberdade. – Não te queixes – disse a água -, pois estamos obedecendo à Lei, e é um Divino Prazer servir à Criação. Por outro lado, não perdemos nossa liberdade; tu corres de um lado para o outro, à tua vontade; o irmão fogo entra e sai por toda parte servindo a vida e a morte. Eu faço o mesmo. – Em todo o caso, sou em quem deveria me queixar – disse a terra – pois estou sempre imóvel, e mesmo sem minha vontade, dou voltas e mais voltas, sem descansar no mesmo espaço. –Não entristeçais minha felicidade ao ver-nos – tornou a dizer o fogo – com discussões supérfluas. É melhor festejarmos estes momentos em que nos encontramos fora da forma. Regozijemo-nos à sombra destas árvores e à margem deste lago formado pela nossa união. Todos o aplaudiram e se entregaram ao mais feliz companheirismo. Cada um contou o que havia feito durante sua longa ausência, as maravilhas que tinham construído e destruído. Cada um se orgulhou de se haver prestado para que a Vida se manifestasse através de formas sempre mais belas e mais perfeitas. E mais se regozijaram, pensando na multidão de vezes que se uniram fragmentariamente para o seu trabalho. Em meio de tão grande alegria, existia uma nuvem: o homem. Ah! Como ele era ingrato. Haviam-no construído com seus mais perfeitos e puros materiais, e o homem abusava deles, prendendo-os. Tiveram desejo de retirar sua cooperação e privá-lo de realizar suas experiências no plano físico. Porém a nuvem dissipou-se e a alegria voltou a reinar entre os quatro irmãos. Aproximando-se o momento de se separarem, pensaram em deixar uma recordação que perpetuasse através das idades a felicidade de seu encontro. Resolveram criar alguma coisa especial que, composta de fragmentos de cada um deles harmonicamente combinados, fosse também a expressão de suas diferenças e independência, e servisse de símbolo e exemplo para o homem. Houve muitos projetos que foram abandonados por serem incompletos e insuficientes. Por fim, refletindo-se no lago, os quatro disseram: – E se construíssemos uma planta cujas raízes estivessem no fundo do lago, a haste na água e as folhas e flores fora dela? – A Idea pareceu digna de experiência. Eu porei as melhores forças de minhas entranhas – disse a terra – e alimentarei suas raízes. – Eu porei as melhores linfas de meus seios – disse a água- e farei crescer sua haste. – Eu porei minhas melhores brisas – disse o ar – e tonificarei a planta. – Eu porei todo o meu calor – disse o fogo – para dar às suas corolas as mais formosas cores. Dito e feito. Os quatro irmãos começaram a sua obra. Fibra sobre fibra, foram construídas as raízes, a haste, as folhas e as flores. O sol abençoou-a e a planta deu entrada na flora regional, saudada como rainha. Quando os quatro elementos se separaram, a Flor de Lótus brilhava no lago em sua beleza imaculada, e servia para o homem como símbolo da pureza e perfeição humana. Consultaram-se os astros, e foi fixada a data de 8 de maio – quando a Terra está sob a influência da Constelação de Taurus, símbolo do poder Criador – para a comemoração que desde épocas remotas se tem perpetuado através das idades. Foi espalhada esta comemoração por todos os países do Ocidente, e, em 1948, o dia 8 de Maio se tornou também o “Dia da Paz”.”

A FLOR DE LOTUS OU PADMA

A flor de Lótus é o símbolo supremo do Cosmo e do Ser Humano, determinando assim, Pureza e Perfeição Humana.

Mantém sua temperatura em torno de 35 graus, possui um sistema de autorregulação de calor, como os seres humanos e os mamíferos.

Suas folhas são auto-limpantes, tem a capacidade de repelir poeiras e micro-organismos.

Flor de Lótus (botão) – representa as possibilidades infinitas do Ser Humano

Flor de Lótus (aberta) – A criação do Universo. Os Chakras que são os Centros de Consciência do Corpo Humano estão representados como Flor de Lótus.

Cada cor determina o seu caráter individual.

O número de pétalas corresponde às suas funções.

A Flor de Lótus cresce e desenvolve-se na escuridão do lodo, emergindo para a superfície, abrindo as suas flores, permanece imaculada da água e da terra.

Raiz – vida material

Talo – vida astral

Flor – vida espiritual

Ela é a síntese viva do mais profundo e do mais elevado:

Incriado – Criado

Material(físico) – Imaterial (Espiritual)

Individualidade – Universalidade

Sansara (ilusão) –Nirvana (Iluminação)

Quando o Ser Humano vibraciona o Mantra OM MANI PADME HUM, os seus Corpos Sensoriais atingem a capacidade de silenciar a si mesmo de todo alarido exterior, é quando Unificado com o Seu Princípio, manifesta-se através do seu Corpo de Luz.

É o som da freqüência da consciência de todos os Budas, de todos os Universos, é o vibracionar dos 84.000 ensinamentos que é a identidade da personalidade dos Samadhis Búdicos.

OM – É o corpo sonoro do Absoluto, o qual tudo criou, do Alfa/omega.

É o Som Primordial de todos os Mantras.

Quando vibracionado gera nos corpos sensoriais a sua limpeza e purificação, interligando-se com o Principio da sua Essência Criadora, atinge a capacidade de manifestar-se através do Seu Corpo de Luz.

MANI – significa jóia.

Simboliza a Senda para alcançar a iluminação, a consciência objetivada pelo reto proceder, determina a Plenitude de Si Mesmo.

PADME- Significa Lótus.

Como o Lótus que nasce da lama e dela não se contamina, o Ser Humano aprende a transcender a si mesmo, gera o discernimento, o vivenciar em consciência.

HUM – A pureza, que é a identidade daquele que atingiu a plenitude de vivenciar o eterno presente, é regida pela sabedoria que a faz manifestar-se através da unidade indivisível do qual tudo originou-se do Macrocosmo ao Microcosmo.

Além da limitação da temporalidade: DEUS O GRANDE ARQUITETO

A flor de lótus tem muitos significados poderosos na religião budista. Por exemplo, um botão de lótus simboliza os seres que não atingiram a iluminação, todavia quando os ensinamentos budistas começam a se consolidar internamente, então a flor abre e um indivíduo se ilumina. Esta é a razão porque Buda senta em uma flor aberta de lótus.
As cores das flores também tem seus significados diferentes.

LÓTUS BRANCA – representa a total pureza da mente e perfeição espiritual. Normalmente tem 8 pétalas que correspondem ao caminho da óctupla senda. Ela é tipicamente associada às flores dos Budas.

LÓTUS VERMELHA – simboliza a natureza original do coração. É a lótus de muitas qualidades do coração, incluindo o amor, compaixão e paixão. Ë a lótus de Avalokitesvara, O Buda da Compaixão.

LÓTUS AZUL – representa a vitória do espírito sobre os sentidos. É a vitória da inteligência, sabedoria e conhecimento. A Lótus azul nunca está totalmente aberta e seu miolo nunca é visto.

LÓTUS ROSA – facilmente confundida com a lótus branca, a lótus rosa é a Lótus de todas as lótus. É suprema e reservada para as mais altas divindades. É a lótus tradicional do Buda Histórico.

FLOR-DE-LÓTUS

A flor-de-lótus (Nelumbo nucifera), também conhecida como lótus-egípcio, lótus-sagrado e lótus-da-Índia, é uma planta da família das ninfáceas (mesma família da VITÓRIA-RÉGIA) nativa do sudeste da Ásia (Japão, Filipinas e Índia), principalmente).

Olhada com respeito e veneração pelos povos orientais, ela é freqüentemente associada a Buda, por representar a pureza emergindo imaculada de águas lodosas.

No Japão, por exemplo, esta flor é tão admirada que, quando chega a primavera, o povo costuma ir aos lagos para ver o botão se transformando em flor.

Lótus é o símbolo da expansão espiritual, do sagrado, do puro.

A lenda budista nos revela que quando Siddartha, que mais tarde se tornaria o Buda, tocou o solo e fez seus primeiros sete passos , sete flores de lótus cresceram.

Assim, cada passo do Bodhisattva é um ato de expansão espiritual. Os Budas em meditação são representados sentados sobre flores de lótus, e a expansão da visão espiritual na meditação (dhyana) esta simbolizada pelas flores de lótus completamente abertas, cujos centros e pétalas suportam imagens, atributos ou mantras de vários Budas e Boddhisattvas, de acordo com a posição relativa e relação mútua.

Do mesmo modo, os centros da consciência no corpo humano (chakras) estão representados como flores de lótus, cujas cores correspondem ao seu caráter individual, enquanto o número de suas pétalas correspondem às suas funções.

O significado original deste simbolismo pode ser visto pela semelhança seguinte: Tal como a Flor de Lótus cresce na escuridão do lôdo para a superfície da água, abrindo sua flor somente após ter-se erguido além da superfície, ficando imaculada de ambos, terra e água, que a nutriram – do mesmo modo a mente, nascida no corpo humano, expande suas verdadeiras qualidades (pétalas) após ter-se erguido dos fluidos turvos da paixão e da ignorância, e transforma o poder tenebroso da profundidade no puro néctar radiante da consciência iluminada, a incomparável jóia (mani) na FLOR DE LÒTUS (padma). Assim, o arahant (santo) cresce além deste mundo e o ultrapassa. Apesar de suas raízes estarem na profundidade sombria deste mundo, sua cabeça está erguida na totalidade da luz.

Ele é a síntese viva do mais profundo e do mais elevado, da escuridão e da luz, do material e do imaterial, das limitações da individualidade e da universalidade ilimitada, do formado e do sem forma, do Samsara e do Nirvana.

Se o impulso para a luz não estivesse adormecido na semente profundamente escondida na escuridão da terra, o lótus não poderia se voltar em direção à luz. Se o impulso para uma maior consciência e conhecimento não estivesse adormecido mesmo no estado da mais profunda ignorância, nem mesmo num estado de completa inconsciência um iluminado nunca poderia se ergurer da escuridão do Samsara.

A semente da iluminação está sempre presente no mundo, e do mesmo modo como os Budas surgiram nos ciclos passados do mundo, também os iluminados surgem no presente ciclo e poderão surgir em futuros ciclos, enquanto houver condições adequadas para vida orgânica e consciente. (texto retirado do site:www.viacapella.com.br/portal/lotus.htm)


Maria Elisete Shalom...

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MÃE DIVINA





Minha mãe minha rainha
Foi ela que me entregou
Para mim ser jardineiro
No jardim de belas flores
No jardim de belas flores
Tem tudo que procurar
Tem primor e tem beleza
Tem tudo que Deus me dá
Todo mundo recebe
As flores que vêm de lá
Mas ninguém presta atenção
Ninguém sabe aproveitar
Para zelar este jardim
Precisa muita atenção
Que as flores são muito fina(s)
E não podem cair no chão
O jardim de belas flores
Precisa sempre aguar
Com as prece(s) e os carinhos
Ao nosso pai universal

- Mestre Irineu-






OM - BHUR BHUVA SWAH
TAT SAVITUR VARENAYAM
BHARGO DEVASYA DHIMAHI
DHIYO YO NAH PRACHODAYAT

Em um mundo melhor,
a lei natural é a do amor.
Em uma pessoa melhor,
sua natureza também é amorosa.
O amor é o princípio
que cria e sustenta as relações humanas,
O amor espiritual leva ao silêncio,
e esse silêncio tem o poder de unir,
orientar e liberar as pessoas.
E mais, quando o seu amor é aliado à fé,
cria uma forte estrutura para a iniciativa e a ação.
Lembre-se: o amor é um catalisador para mudanças,
desenvolvimento e conquistas.

Por Brahma Kumaris






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