Pesquisa

domingo, 10 de março de 2013

Cantar é rezar duas vezes

 
 
O Santo Daime é uma doutrina musical e o entendimento da função dos hinos é extremamente importante para compreensão da Doutrina. Antes de tudo, os hinos são o testemunho da saga de seus membros que foram transformados em lições para toda a irmandade. É a materialização do pensamento divino em lições que teremos que estudar para viver o processo de autotransformação gerado pelo autoconhecimento. É o Evangelho da floresta.
No ritual os hinos ainda têm outras funções: Desempenha um papel psicológico de agregador da corrente porque com ele todos os participantes fazem a mesma função sem distinção.
Eles atuam como um indutor do transe mediúnico, semelhante aos cânticos, mantras ou pontos cantados. Eles desempenham o processo espiritual de chamada da “força”, invocando as entidades que participarão dos trabalhos de esclarecimento, revelação, catarse e cura. E finalmente, eles também podem ser a “luz que nos guia”, o fio condutor em transes sutis ou difíceis, seja a resposta do Mestre em determinado questionamento ou o “pano de fundo” de determinada miração.
A repetição dos hinos tem a mesma finalidade dos exercícios de meditação e torna-se um mantra, que proporciona o “caos mental” pela saturação da ocupação da mente. É um dos recursos que o ritual utiliza para levar o discípulo ao estado de meditação.
Um erro comum, é tratar os hinos com um rigor mecanicista de perfeição no canto, no ritmo e na melodia. Recentemente, a ciência identificou o coração como um “outro cérebro humano” do complexo corpo mente, por ser composto de trinta por cento de células musculares e de setenta por cento de células neuronais. Por tudo isto, se conclui que o hino deve ser cantado com a perfeição possível, mas sem exageros. O maior rigor deve ser em viver o hino, experenciar seus ensinamentos em si mesmo e produzir a máxima comoção espiritual com ele para ativar o chakra cardíaco e, portanto, despertar a memória milenar que está no coração. Antes de ser timbre, tom, compasso e ritmo, o hino é um mantra.
Cantar é rezar duas vezes- Julio da Mata

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.

MÃE DIVINA





Minha mãe minha rainha
Foi ela que me entregou
Para mim ser jardineiro
No jardim de belas flores
No jardim de belas flores
Tem tudo que procurar
Tem primor e tem beleza
Tem tudo que Deus me dá
Todo mundo recebe
As flores que vêm de lá
Mas ninguém presta atenção
Ninguém sabe aproveitar
Para zelar este jardim
Precisa muita atenção
Que as flores são muito fina(s)
E não podem cair no chão
O jardim de belas flores
Precisa sempre aguar
Com as prece(s) e os carinhos
Ao nosso pai universal

- Mestre Irineu-






OM - BHUR BHUVA SWAH
TAT SAVITUR VARENAYAM
BHARGO DEVASYA DHIMAHI
DHIYO YO NAH PRACHODAYAT

Em um mundo melhor,
a lei natural é a do amor.
Em uma pessoa melhor,
sua natureza também é amorosa.
O amor é o princípio
que cria e sustenta as relações humanas,
O amor espiritual leva ao silêncio,
e esse silêncio tem o poder de unir,
orientar e liberar as pessoas.
E mais, quando o seu amor é aliado à fé,
cria uma forte estrutura para a iniciativa e a ação.
Lembre-se: o amor é um catalisador para mudanças,
desenvolvimento e conquistas.

Por Brahma Kumaris






Encontre mais músicas como esta em Portal Arco Íris-Núcleo de Integração e Cura Cósmica