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sábado, 24 de agosto de 2013

Masculino e Feminino - A SAGRADA DANÇA

Sagrado Masculino e Feminino







A SAGRADA DANÇA: Os Princípios Espirituais de se Relacionar


Existem muitas lendas e mitos antigos da Criação que nos dizem que a força original de Deus criou dois seres que tirou da sua própria essência. Estes dois seres, por sua vez, foram criadores de Tudo O Que É.
Assim, os princípios espirituais básicos da criação são a Unidade (a Unicidade de Tudo o que É), a Dualidade (O Um explorando a si mesmo a partir da tensão dos opostos) e a Multiplicidade (a réplica, dessa dança básica de criatividade, uma e outra vez, em formas maravilhosas e complexas.).
As relações nos ajudam a redescobrir a dança original dos DOIS que de fato são UM. O movimento sempre tende a descobrir Harmonia e Unidade; e então descobre de fato que também há desarmonia e dualidade, porque os dois agora são seres únicos e individuais. E a chave desta dança é balançar-se e fluir da unidade à dualidade e vice-versa.
Existem também muitos mitos antigos que falam de originais divindades "dançando" pelos céus e que, em seu giro, prolongam a criação com sua dança. O mito que me vem à mente é o da Shiva e Shakti, cuja união e "dança" representam o mito das energias do Sagrado Masculino e Feminino, na realização da dança da criação.
Em nossas relações com as novas energias multidimensionais, precisamos compreender os passos dessa dança sagrada de Shiva e Shakti, se queremos replicá-los em nossa vida. A dança tem três passos primários ou movimentos.

O primeiro movimento tende sempre à Harmonia e à Unidade. Duas pessoas se atraem e procuram descobrir juntas - de que maneira se parecem. Este é o movimento para a Força Divina ou o movimento dos Dois procurando ser o Um original. Porque este movimento é dirigido à Divindade, esta etapa da relação é sempre alegre e criativa, enquanto os dois seres sentem o fluxo de luz e energia entre eles. Eles se descobrem e encontram as melhores partes deles mesmos, refletidas no outro, nesta parte da dança sagrada.

O segundo movimento tende sempre a afastar-se da Unidade e ir para a Separação. O Um se torna Dois, que são separados e únicos. Nesta fase da relação, a dança das duas pessoas é a de descobrir as formas em que são diferentes e porque, nessa etapa da relação, estão FORA da fonte da divindade rumo à separação e à dualidade. Por isso, freqüentemente, são fases em que há ansiedade e raiva, além de uma necessidade de se exercer o controle para manter a identidade. Isto é porque na nossa cultura espiritual nós tememos a dualidade, nós a vemos como algo mau e tomamos partido pela Unidade de consciência e procuramos nos mover "mais além da dualidade". Mas nunca poderemos nos mover além da dualidade enquanto tenhamos uma identidade separada e única. Em nosso estado de consciência mais elevado, sempre tomaremos parte dessa dança de energias entre a Unidade e a Dualidade. Estar consciente é dar-se conta da dança e é ser capaz de soltar e dela desfrutar, sabendo que o fluir sempre irá de um lado ao outro, entre estes dois estados de ser.

Em um relacionamento, isto significa que devemos estar preparados para experimentar tempos de desafio e discórdia. Pode ser que haja raiva, frustração e outras energias negativas. Estas devem ser lidadas com elegância e com o conhecimento de que, se as dirigirmos dessa maneira, não tem porque se tornarem destrutivas. Isto é o que chamamos de o lado SOMBRA da relação. Sempre estará lá. Como ela é dirigida e integrada determinará a qualidade da relação. Se ambos os companheiros ou "dançarinos" souberem como lidar com a dança da raiva e da negatividade, então isso pode ser negociado, sem criar um desequilíbrio tal que a relação/dança seja interrompida e destruída. Eu sempre julguei que a chave, aqui, é sempre permitir que a raiva e a negatividade sejam expressas e liberadas, sem que se tome isso pessoalmente. Ou seja, é preciso se defender de formas destrutivas, se houver uma raiva igual de ambos os lados. Isto cria justamente uma espiral de energia negativa que impede a dança de seu próximo passo ou movimento.

O terceiro ou último movimento é sempre à volta à Unidade e à Harmonia. Os Dois descobrem de novo, através de suas jornadas separadas, que eles são sem dúvida Um. De fato, eles se redescobrem na Unicidade, já que aprenderam algo mais a respeito de si próprio e do outro e se reunificaram agora em uma espiral mais elevada de evolução e consciência. E tendo aprendido esta nova coisa em particular, não precisam retornar para trás e fazerem isso de novo e de novo, sendo isto a forma como os padrões destrutivos surgem nas relações.

Os hábeis dançarinos cósmicos sabem como deixar ir e se movimentar para novos níveis da dança experimental, mantendo o relacionamento em um estado de crescimento e de novos movimentos.

Tradução para o Português: Silvia Tognato Magini
Revisão e subversão do texto: Sandra C. G. Benedetti.

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MÃE DIVINA





Minha mãe minha rainha
Foi ela que me entregou
Para mim ser jardineiro
No jardim de belas flores
No jardim de belas flores
Tem tudo que procurar
Tem primor e tem beleza
Tem tudo que Deus me dá
Todo mundo recebe
As flores que vêm de lá
Mas ninguém presta atenção
Ninguém sabe aproveitar
Para zelar este jardim
Precisa muita atenção
Que as flores são muito fina(s)
E não podem cair no chão
O jardim de belas flores
Precisa sempre aguar
Com as prece(s) e os carinhos
Ao nosso pai universal

- Mestre Irineu-






OM - BHUR BHUVA SWAH
TAT SAVITUR VARENAYAM
BHARGO DEVASYA DHIMAHI
DHIYO YO NAH PRACHODAYAT

Em um mundo melhor,
a lei natural é a do amor.
Em uma pessoa melhor,
sua natureza também é amorosa.
O amor é o princípio
que cria e sustenta as relações humanas,
O amor espiritual leva ao silêncio,
e esse silêncio tem o poder de unir,
orientar e liberar as pessoas.
E mais, quando o seu amor é aliado à fé,
cria uma forte estrutura para a iniciativa e a ação.
Lembre-se: o amor é um catalisador para mudanças,
desenvolvimento e conquistas.

Por Brahma Kumaris






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