Pesquisa

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Mantra dos 5 Principios do Reiki ...Divino!!!

Sólo por hoy no te enojes.

Sólo por hoy no te preocupes.

Sólo por hoy da gratitud.

Sólo por hoy trabaja en ti.

Sólo por hoy sé agradecido con los seres vivos.


 
OS PRINCIPIOS ESPIRITUAIS
Não se preocupe.
Todas as manhãs são experiências ricas e maravilhosas.

Conseguimos aperceber-nos mais facilmente do que nos rodeia quando confiamos no Divino Plano.
Não se aborreça.
Reconheça o que sente,
admita que estamos todos juntos a aprender e compreenda que está tudo bem.

A raiva pode ser uma força destrutiva, mas a sua análise pode constituir o catalisador de uma mudança positiva.
Honre os seus Pais, mestres e idosos.
Todos podemos ensinar algo, até as crianças se as ouvirmos.

O Professor de Reiki, logo descobrirá o quão importante e enriquecedor é abençoar e agradeçer aos seus alunos por aquilo que, por sua vez lhe ensinaram.
Ganhe a vida honestamente.
Actualmente, são tantas as questões éticas no mundo do trabalho,
que viver de maneira íntegra é importante para que estejamos em paz com os outros e com a nossa própria verdade.

Não importa a insignificância do trabalho, trata-se do momento presente e, se pusermos nele o nosso coração e o executarmos com amor, estaremos a dar e a receber o máximo desse mesmo momento.

Este principio também nos pode encorajar a encontrar trabalho numa área que realmente gostemos, satisfazendo a nossa resolução.
Gratidão
É uma revelação emocionante descobrir como uma atitude de gratidão pode melhorar a nossa vida - e com que rapidez.

Abençoe a sua vida e esta tornar-se-á muito mais aprazível.




Amorosamente grata a energia Reiki
Maria Elisete Shalom...

domingo, 26 de fevereiro de 2012

ASANAS



 

ASANAS

ASANA significa postura do corpo. Isto é posição tomada voluntariamente.
Os ASANAS podem ser: passivo, ativos e de equilíbrio. Os ASANAS passivos são usados para as induções, os exercícios respiratórios, e as atividades do Kriyâ – Dhauti, enquanto os ativos e os de equilíbrio são os que integram a parte dos âsanas propriamente ditos.
Os asanas ativos podem ser estáticos ou dinâmicos, conforme realizem um esforço continuado, com imobilidade do corpo, ou vários esforços sucessivos, com movimentações de determinadas zonas corporais. Os asanas ativos estão obrigatoriamente ligados à respiração, e só devem ser feitos com os pulmões cheios ou vazios. Estas suspensões da respiração com pulmões cheios ou vazios, reforçam a ação dos âsanas. Com exceção dos feitos em pé, os asanas ativos devem ser feitos com os olhos serrados.
Os passivos são usados para repouso, meditação e respiração e não são combinados com respiração, mas nada impede o praticante de nelas treinar todas as fases respiratórias. O correto é conservar-se os olhos fechados, em todos os âsanas passivos.
Os Asanas de equilíbrio ou invertidos não exigem respiração combinada.
Podem ser feitos indiferentemente de olhos fechados ou abertos. Praticantes mais treinados poderão, durante esses asanas, fazer respirações especiais.
As posições invertidas fazem com que o sangue flua mais rapidamente para a cabeça, ativando as funções cerebrais e os neurônios.
Asanas invertidos são aqueles em que a cabeça fica abaixo do coração.
Cada praticante deve permanecer no asana enquanto desejar: Como toda postura ativa é sempre acompanhada de respiração, a duração dela depende da resistência de cada um em manter os pulmões cheios ou vazios.
(Hatha-Yoga – A ciência da saúde perfeita – Caio Miranda)
“Ao acessarmos a memória muscular através da terapia corporal, recolhemos informações sensoriais que influenciam profundamente no nosso comportamento. Ao comunicarmo-nos com os músculos, órgãos, coluna, glândulas e sistema nervoso, descondicionamos nosso sistema pscicofísico e programamos nosso estado de espírito.”
Para a prática dos ásanas:
É necessário estar com o estômago vazio, ou em média duas horas após a refeição.
Procure ficar com a mente tranquila e receptiva.
Trabalhe sempre no seu limite, para que as posições não causem dores ou incômodos musculares.
Mentalize-se na posição. Nunca imagine que você não conseguirá permanecer nesta ou naquela posição. Lembre-se que o pensamento positivo é importante para que se possa atingir o objetivo.
Mantenha a respiração sempre lenta e profundo e, se possível, Mantenha seus olhos fechados.
Use roupas confortáveis e que não prendam os movimentos.
BENEFÍCIOS DOS ÂSANAS
Coordena o sistema respiratório com o corpo físico.
Estimula a circulação.
Melhora a qualidade de vida.
Aumenta o trabalho pulmonar. Corrige desvios e combate dores ciáticas.
Desenvolve equilíbrio físico e psíquico.
Relaxa o sistema nervoso.
Fortalece músculos e abdominais.
Aumenta a vitalidade.
Combate a depressão.
Rejuvenesce o corpo e a mente.
Aumenta a autoconfiança e o amor próprio.
Veja abaixo aluns Asanas, mas atenção, todo asana deve ser praticado com acompanhamento de um professor de Yoga e há contra-indicações em alguns casos.
Gravuras estraídas do livro Hatha, o ABC do Yoga de Caio Miranda.
Ardha-Matsyasana
Ardha-Matsyasana
meia-postura do peixe
provoca irrigação do cérebro e das glândulas superiores
Bhujangasana
Bhujangasana
postura da serpente
atua no sistema neurovegetativo, indicado para angustias e complexos
kurmasana
kurmasana
postura da tartaruga
descanso mental e recuperação física
vakrasana
vakrasana
postura da torção espinal
combate males da coluna
viparitakarani
viparitakarani
postura invertida
vitaliza as funções cerebrais
sarvanganasana
sarvanganasana
postura da vela
curar males da região pélvica e abdominal


MAHAVATAR BÁBAJI

MAHAVATAR BÁBAJI

 por Norma Villares



Existem muito caminhos para subir a montanha, e cada um de nós deve escolher a prática que sentirmos verdadeira para o nosso coração. Não é necessário que você avalie as práticas pelos outros, mas por si mesmo, que é denominada 'causa kármica religiosa'. Também tem que lembrar que as práticas, em si, são simples veículo para que você desenvolva a percepção consciente, a bondade e a compaixão no caminho da liberdade. E isso é o bastante.

Essa é uma transcrição do livro Autobiografia de um Yogue, de Paramahansa Yogananda, feita por
Mônica do site 'Almas Divinas', e cedida com muita gentileza e amor ao Mahavatar Bábaji para que eu pudesse embelezar esse espaço com a luz de um yogue.

"Para muitos pode ser incompreensível a existência de um ser tão magnifíco, mas aqueles que abrem o coração ao grande mistério, recebem seu toque sublime e em algum momento de suas vidas, sentem sua presença amorosa."

Os penhascos do Himalaia ao norte, perto de Badrinarayan, ainda são abençoados pela presença viva de Bábají, guru de Láhiri Mahásaya. O recluso mestre conserva sua forma imortal há séculos, talvez milênios. O imortal Bábají é um avatára, que em sânscrito significa a descida da Divindade.
Um avatar não está sujeito à economia universal; seu corpo puro, visível como imagem de luz, acha-se livre de qualquer dívida com a natureza.
O olhar casual talvez não veja nada de extraordinário na forma de um avatar, mas este não projeta sombra nem deixa qualquer pegada no chão. Estas são provas externas, simbólicas, de se haver liberado interiormente da treva e da escravidão à matéria.
A falta de referência histórica a Bábají não nos deve surpreender. O grande guru jamais apareceu ostensivamente em qualquer século; o equívoco brilho da publicidade não tem lugar em seus planos milenares.



Semelhante ao Criador, único mas silencioso poder, Bábají opera em humilde anonimato. Grandes seres como Cristo e Krishna vêm ao mundo com um objetivo específico e espetacular; e partem assim que o realizam. Outros avatares, como Bábají, incumbem-se de obras relacionadas com o lento progresso evolutivo do homem através dos séculos.
Tais mestres sempre se ocultam ao olhar grosseiro do público e têm o poder de se tornar invisíveis à vontade. Por estas razões, e porque geralmente instruem seus discípulos para que mantenham silêncio a respeito de si, algumas figuras espirituais do mais alto porte permanecem desconhecidas para o mundo.


Este avatar usa geralmente o idioma hindu, mas conversa facilmente em qualquer língua.
O imperecível guru não mostra sinais de idade em seu corpo. Parece um jovem de 25 anos, não mais. De epiderme clara, o belo e vigoroso corpo de Bábají irradia um brilho perceptível. Seus olhos são pretos, serenos e ternos; seu longo e lustroso cabelo é cor de cobre.
Bábají pode ser visto ou reconhecido somente quando assim o deseja.
Sabe-se que ele aparece sob formas pouco diferentes, a vários devotos.
Seu corpo incorruptível não requer alimento; o Mestre por isso raramente come.
Ao visitar discípulos, num gesto de cortesia, aceita ocasionalmente frutas ou arroz cozido em leite e manteiga.


Um ávatar vive no espírito onipresente; para ele não existe distância ao inverso quadrado. Portanto, só um motivo existe para que Bábají conserve sua forma física de século para século: o desejo de dar a humanidade o exemplo concreto de suas próprias possibilidades.
Desde o início Jesus conhecia a sequência de sua vida; percorreu cada etapa não em proveito próprio, devido a qualquer compulsão cármica, mas unicamente para soerguer e alentar os seres dotados de reflexão.
Também para Bábají não há passado, presente e futuro - categorias relativas- pois desde o princípio ele conhecia todas as fases da sua vida.
Bábají foi escolhido por Deus para permanecer em seu corpo, enquanto durar este ciclo do mundo. As eras hão de vir e de findar. O mestre imortal porém, contemplando o drama dos séculos, sempre estará presente no palco terrestre.


Láhiri Mahásaya afirmou, que sempre que se pronuncie com veneração o nome de Bábají, o devoto atrai uma benção espiritual instântanea.
* No primeiro encontro entre Bábají e Láhiri, Bábají prometera que apareceria sempre que Láhiri o chamasse, entretanto, após alguns chamados inesperados, (narrados com humor adorável no livro de Yogananda), Bábají alterou o tom da promessa: "doravante não virei mais sempre que me chamar, mas sempre que "precisar" de mim...."*
Assim foi que pouco depois, numa viagem curta de férias profissionais, Láhiri foi a uma Kumbha Mela (festa espiritual nas ruas; comum na India). Ao vagar entre a multidão de monges e sádhus,notou um asceta coberto de cinza, que segurava uma escudela de mendingo. Em sua mente surgiu o pensamento de que o homem era hipócrita, por usar símbolos exteriores de renúncia, sem a graça interna correspondente.
De repente, seu olhar surpreendido caiu em Bábají, ajoelhado diante de um anacoreta de cabelos emaranhados.
"Senhor, que faz aqui?"
"Estou lavando os pés deste homem de renúncia, e depois lavarei seus utensílios de cozinha. - Respondeu Bábají com um sorriso de criança".
"Compreendi então que me indicava sua vontade de que eu a ninguém criticasse, porém visse o Senhor residindo igualmente em todos os templos-corpos, fossem de homens superiores ou inferiores.
"E acrescentou Bábají, o grande guru: servindo a sádhus ignorantes e sábios, estou aprendendo a maior das virtudes, a que agrada a Deus acima de todas as outras - a humildade".


* Naturalmente que transcrevi aqui apenas um minúsculo resumo, pois na autobiografia encontramos relatos muito mais ricos de cenas esplêndidas sobre Bábají e ainda assim, apenas alguns fatos que ele próprio permitiu - conforme afirma Yogananda - por serem convenientes e úteis à divulgação pública. Mais dados sobre Bábaji voce encontra no próximo link e em "A chave de Kriya".




O estado espiritual de Bábají está além da compreensão humana. A raquítica visão do homem não pode penetrar através de sua estrela transcendental.
Procura-se em vão imaginar o alcance de um avatar. É inconcebível.
A missão de Bábají na India tem sido a de dar assistência aos profetas na execução das tarefas específicas que a vontade divina lhes atribui.
Qualifica-se assim, como aquele que as Escrituras chamam de Mahávatár (Grande Avatar). Ele afirmou ter dado a iniciação iogue a Shânkara,reorganizador da Ordem dos Swâmis, e a Kabir, famoso mestre medieval.
Seu principal discípulo no século 19, como sabemos, foi Láhiri Mahásaya,que infundiu vida nova à perdida arte de Krya.
Bábají vive em comunhão com Cristo; juntos enviam vibrações redentoras e juntos planejaram a técnica espiritual de salvação para esta época.
O trabalho destes dois mestres completamente iluminados - um com corpo, e o outro sem - é inspirar as nações a renunciarem às guerras, aos ódios de raça, ao sectarismo religioso e ao materialismo, cujos males atuam como bumerangues.
Swâmi Kebalananda, meu santo instrutor de sânscrito, passou algum tempo com Bábají no Himalaia.
" O incomparável mestre move-se com seu grupo, de um lugar a outro nas montanhas - disse-me Kebalananda. - Seu pequeno séquito conta com dois discípulos americanos sumamente adiantados.
Depois de permanecer em certa localidade por algum tempo, Bábají diz: "Dera danda uthao" (levantemos nosso báculo e acampamento).
Ele carrega um danda (báculo de bambu). Suas palavras são o sinal para o grupo mover-se instantaneamente a outro lugar. Nem sempre ele emprega o método de viagem astral; às vezes vai a pé, de cume a cume."

"Conheço dois assombrosos incidentes da vida de Bábají - prosseguiu Kebalananda.
Estavam seus discípulos sentados, certa noite, em torno de uma enorme fogueira que ardia para uma cerimônia védica sagrada. O guru, de súbito, agarrou uma acha incandescente e golpeou de leve o ombro de um chela, próximo ao fogo."
"- Senhor, que crueldade! - Láhiri Mahásaya ali presente, fez esta censura."
"- Voce preferia ve-lo arder até ficar em cinzas, segundo o decreto de seu carma passado?"
"-Com estas palavras, Bábají colocou sua mão curadora sobre o ombro desfigurado do chela:" - Livrei-o esta noite, de uma dolorosa morte. A lei cármica cumpriu-se satisfatóriamente com seu leve sofrimento pelo fogo."
"Em outra ocasião, o santo grupo de Bábají foi perturbado pela chegada de um estranho. Com admirável habilidade, ele escalara os penhascos até a plataforma quase inacessível, próxima ao acampamento do guru."
"- O senhor deve ser o grande Bábají. - O rosto do homem iluminara-se com inexprimível veneração. - Estou à sua procura, sem desistir, durante meses, entre esses rochedos proibitivos. Suplico-lhe, aceite-me como discípulo."
"Como o grande guru não desse resposta, o homem apontou para o abismo revestido de rochas, abaixo da plataforma. - Se recusar, eu me atirarei desta montanha.
A vida não terá mais valor para mim, se não puder obter sua direção espiritual em minha busca de Deus.
"- Então salte - disse Bábají sem emoção. - Não posso aceitá-lo em seu atual estado de desenvolvimento."
"O homem arremessou-se do penhasco imediatamente. Bábají deu instruções aos díscipulos surpresos para trazerem o corpo do desconhecido.
Quando regressaram com a forma destroçada, o mestre colocou a mão sobre o morto. Milagre! ele abriu os olhos e prostrou-se com humildade ante o guru onipotente."
"- Agora voce está pronto para o discipulado. - Bábají sorriu com afeto para o ressucitado chela. - Voce passou corajosamente a difícil prova. (era um teste de obediência. Quando o mestre iluminado ordenou: "salte", o homem obedeceu. Se hesitasse, renegaria sua afirmação de que considerava a vida destituída de valor sem a orientação de Bábají. Por isso, apesar de drástico e invulgar, o teste foi perfeito naquelas circunstâncias.)"
"- A morte não voltará a tocá-lo; agora voce é um dos imortais de nosso rebanho."
" A seguir, pronunciou a costumeira ordem de partida:"Dera danda uthao"; o grupo inteiro sumiu da montanha."


Um avatar vive no Espírito onipresente; para ele não existe distância inversa ao quadrado. Portanto, só um motivo existe para que Bábají conserve sua forma física, de século para século: o desejo de dar à humanidade o exemplo concreto de suas próprias possibilidades. Se ao homem jamais fosse concedido vislumbrar a Divindade revestida de carne, ele permaneceria oprimido pela pesada ilusão (maya) de que não pode transcender sua condição mortal. Link
(Trechos transcritos da Autobiografia de um Iogue Paramahansa Yogananda)
Devemos honrar na prática aquilo que empenhamos nossa palavra no iníco da trajetória, assim agradeço muitíssimo aos mestres do Yoga, porque foram os iniciadores da minha vida espiritual nessa reencarnação.
Esses texto foram transcritos do livro de Paramahansa Yogananda e cedidos por Mônica do site ALMAS DIVINAS, que muito amor no coração desapegado libertou o seu trabalhou para que outros pudessem ler noutros espaços da internet.
Paz Profunda!
Fonte: http://www.almasdivinas.com.br/vida/babaji.htm

VIBHUTI - “O VIBHUTI É O MAIS PRECIOSO OBJETO NO PLANO ESPIRITUAL”



“Vibhuti significa “Expressão da Glória de Deus”. No Bhagavad Gita ( uma das Sagradas Escrituras Hindus), Krisnna (encarnação Divina), depois de dar a Arjuna, uma visão Sua, na forma de Vontade Universal que impulsiona toda a criação, disse: “Arjuna! Tudo isto só é uma fração do Meu Vibhuti. Meu Vibhuti é infinito.”
Vibhuti significa poder, esplendor, glória e majestade.
Brahman (Deus) é o Nitya Vibhuti descrito com seis características: Eterno, Indescritível, incomensurável, incontaminado por associação ou impacto. Não afetado por diminuição ou limitação. Não enfocado ou abordado por outra coisa. Incomparável, igual só a Si mesmo.
O Vibhuti é esse pó esbranquiçado como cinza, suave ao tato, com um forte e agradável aroma e sabor de milhares de flores juntas que, em forma de fina chuva, brota da palma da mão de Bhagavan Baba, para ser entregue ao devoto que Sua vontade escolheu por motivos que tão só Ele conhece. Este é um momento de grande silêncio e expectativa para as centenas de devotos que se encontram diante de Sua presença (Darshan), coroado por uma expressão de admiração feita em uníssono, que se ouve quando o fato se concretiza.Prontamente, aparecem imaculados lenços brancos querendo ser tocados por tão divina mão, para resgatar as últimas partículas dessa cinza trazida de sabe-se lá que lugar do Universo, e que todos apreciamos tanto…Bhagavan Baba materializa Vibhuti com Seu simples querer, Ele não tem desejos, tudo o que há de ser, será, tudo é sua Divina Vontade (Sankalpa).
Bhagavan Baba se refere ao milagre de criar Vibhuti na palma de Sua mão como: “Meu cartão de apresentação”. Ele diz:
…”Não lhes é possível aprender o significado pleno do Avatar ou resistir a Seu esplendor total sem um período de preparação, e por isto é que lhes revelo só pequenas quantidades de glória, como a criação de cinzas…”
…”Não está em minha natureza pregar atrativos para conseguir que as pessoas venham a Mim. Eu derramo alegria sem nenhum propósito em particular e é devido a isto que me deleito nos milagres…”
O que significa materializar? Materializar é concretizar um pensamento no plano físico. Materializar é realizar, efetuar alguma coisa: considerar material uma coisa que não o é. É dar efetividade e concretude a um projeto, uma idéia, uma proposição.
Um desejo sempre começa com uma idéia, um pensamento ou a imaginação do objeto de desejo. Diz-se que cada idéia tem uma tendência inerente de se manifestar em forma física; o que cada um pensa possui certa tendência a se concretizar em um fato. O tempo e o esforço em realiza-la dependem da pessoa e do meio, podendo concretizar ou não.
De forma similar, o pensamento de Baba se concretiza em uma materialização apenas por Ele deseja-la; sua vontade se concretiza em forma instantânea, sem nenhum limite em quanto à manifestação dos objetos, isto é, a característica, quantidade, qualidade, tamanho, lugar ou qualquer dos atributos que possa possuir uma substância animada ou inerte, orgânica ou inorgânica. Ele só tem que pensar e girar Sua mão. E mais nada…não é indispensável que a cinza ou outro objeto seja criado desta maneira. Quando o decide, mesmo sem girar Sua mão, o Vibhuti flui como manancial de graça no lugar e no momento em que Sua vontade (Sankalpa) o ordene.
O Vibhuti ou cinza sagrada é uma das manifestações de sua vontade e poder.
O ato de materialização de Vibhuti é algo que Ele realiza de maneira tão casual e tão informal, tão graciosa, serena e naturalmente, diante do olhar suplicante e agradecido da pessoa que há de recebe-lo, que costuma perder-se de vista o significado desta benção. Milhares de devotos e não – devotos, visitantes do Ashram, têm sido testemunhas deste milagre da cinza sagrada que Baba realiza.”




VIBHUTI
Bhagavan Sri Sathya Sai Baba assim declarou:
"O Vibhuti que Eu materializo é a Manifestação da Divindade e tem um poderoso significado.

É o símbolo da natureza cósmica, imortal e infinita de DEUS.
O ATMA ou Espírito é o que resta quando tudo que é mundano, transitório e mutável foi queimado.

É, em primeiro lugar, um símbolo do ciclo vida-morte no qual tudo finalmente se reduz a cinzas. „
''És pó e ao pó voltarás‟.
Cinza ou pó é a condição final das coisas.
Já não pode sofrer nenhuma mudança posterior.
No contexto espiritual, as cinzas sugerem àqueles que as recebem, a necessidade de renunciar aos desejos materiais e queimar todas as paixões, apegos e tentações, no fogo da Devoção, que faz com que a pessoa seja pura em pensamentos, palavras e ações."
"É pela vontade de imprimir esta lição em suas mentes que materializo cinzas para aqueles que vieram a Mim com Amor e Devoção.
Como as outras materializações, as cinzas atuam como um talismã, curando as enfermidades e dando proteção aos que dela necessitam.
"O Vibhuti é um pó esbranquiçado como cinza, suave ao tato, com um forte e agradável aroma e sabor de milhares de flores juntas que, em forma de fina chuva, brotada palma da mão de Bhagavan Baba, para ser entregue ao devoto que Sua vontade escolheu pormotivos que tão só Ele conhece.

Este é um momento de grande silêncio e expectativa para ascentenas de devotos que se encontram diante de Sua Presença (Darshan), coroado por uma expressão de admiração feita em uníssono, que se ouve quando a materialização ocorre.
Bhagavan Baba materializa Vibhuti com Seu simples querer, tudo o que há de ser, será, tudo é SuaDivina Vontade (Sankalpa).
O que significa materializar?
Materializar é concretizar um pensamento no plano físico.

Materializar é realizar; efetuar alguma coisa; considerar como material uma coisa que não o é.

É dar efetividade e concretude a um projeto, uma idéia.

Um desejo sempre começa com uma idéia,um pensamento ou a imaginação do objeto de desejo.

Diz-se que cada idéia tem uma tendênciainerente de se manifestar em forma física; o que cada um pensa possui certa tendência a seconcretizar em um fato.

O tempo e o esforço em realizá-la dependem da pessoa e do meio,podendo concretizar-se ou não.

De forma similar, o pensamento de Baba se concretiza em umamaterialização apenas por Ele desejá-la; Sua vontade se concretiza em forma instantânea, sem nenhum limite em quanto à manifestação dos objetos, isto é, a características, quantidade,qualidade, tamanho, lugar ou qualquer dos atributos que possa possuir uma substância animada ou inerte, orgânica ou inorgânica.

Ele só tem que Pensar e girar Sua mão.
Quando o decide,mesmo sem girar Sua mão, o Vibhuti flui como um manancial de graça no lugar e no momento emque Sua vontade assim ordene.
O Vibhuti ou cinza sagrada portanto, é uma das manifestações de Sua vontade e poder, e esta muito além de toda explicação científica, já que a ciência pôde comprovar que esta cinza não provêm da combustão de elementos materiais, desconhecendo assim sua origem, composição e explicação do fenômeno de obtenção.
Enquanto entoamos o Vibhuti Mantra nas cerimônias de cânticos devocionais, a cinza que recebemos embora abençoada por Baba, muitas vezes não é materializada por Ele, mas sim,produzida por devotos indianos, a partir da queima de ervas medicinais, enquanto mantras são continuamente entoados.
O Vibhuti recebido deve ser passado nos três chacras(centros de energia) principais, localizados no ponto entre as sobrancelhas, na parte frontal da garganta e no centro do peito, mentalizando que desejamos desenvolver a unidade entre nossos pensamentos, atos e palavras ou pode-se comungá-lo diretamente sobre a língua, misturá-lo com água, bebendo-o como remédio para o alívio ou cura de uma doença ou qualquer outra necessidade física, mental ou espiritual. (pode ser comungado com o dedo anelar da mão direita)

PARAMAM PAVITRAM BABA VIBHUTIM
PARAMAM VICHITRAM LILA VIBHUTIM
PARAMARTHA ISHTARTHA MOKSHA PRADANAM
BABA VIBHUTIM IDAM ASHRAYAMI
 


Tradução:
“ Infinito é o poder de Teu Vibhuti, Ó Baba

Dá a visão espiritual e outorgue as nossas aspirações mais elevadas

Concede-nos o Dom Supremo da Libertação

Imensa é a Divina Proteção e a Graça de Teu Vibhuti, Ó Baba!”


Canto em português:



PARA O MUNDO SERVIRMOS,


BABA NOS DÁ TODA LUZ E AMOR,


COM O SEU VIBHUTI


SUA FORÇA É MILAGROSA E VEM SANTIFICAR


NOSSOS PENSAMENTOS, ATOS E PALAVRAS





Om Sai Ram...

A FLOR DE LÓTUS

A FLOR DE LÓTUS



“A flor de Lótus nasce na água, flutua sobre a água, mas não fica molhada. Você também deve estar no mundo da mesma forma – nele, por ele, para ele, mas não dele. Essa é a característica especial da educação mais elevada (Vidya), prepará-lo para esse papel. Ou seja, com o coração imerso no Divino e as mãos ocupadas no trabalho, você deve viver assim na terra. O Amor não deve degenerar em um artigo de comércio. O Amor preenche a si mesmo com Amor.” (Sai Baba)

“Certo dia, à margem de um tranqüilo lago solitário, a cuja margem se erguiam frondosas árvores com perfumosas flores de mil cores, e coalhadas de ninhos onde aves canoras chilreavam, encontraram-se quatro elementos irmãos: o fogo, o ar, a água e a terra. – Quanto tempo sem nos vermos em nossa nudez primitiva – disso o fogo cheio de entusiasmo, como é de sua natureza. É verdade – disse o ar. – É um destino bem curioso o nosso. À custa de tanto nos prestarmos para construir formas e mais formas, tornamo-nos escravos de nossa obra e perdemos nossa liberdade. – Não te queixes – disse a água -, pois estamos obedecendo à Lei, e é um Divino Prazer servir à Criação. Por outro lado, não perdemos nossa liberdade; tu corres de um lado para o outro, à tua vontade; o irmão fogo entra e sai por toda parte servindo a vida e a morte. Eu faço o mesmo. – Em todo o caso, sou em quem deveria me queixar – disse a terra – pois estou sempre imóvel, e mesmo sem minha vontade, dou voltas e mais voltas, sem descansar no mesmo espaço. –Não entristeçais minha felicidade ao ver-nos – tornou a dizer o fogo – com discussões supérfluas. É melhor festejarmos estes momentos em que nos encontramos fora da forma. Regozijemo-nos à sombra destas árvores e à margem deste lago formado pela nossa união. Todos o aplaudiram e se entregaram ao mais feliz companheirismo. Cada um contou o que havia feito durante sua longa ausência, as maravilhas que tinham construído e destruído. Cada um se orgulhou de se haver prestado para que a Vida se manifestasse através de formas sempre mais belas e mais perfeitas. E mais se regozijaram, pensando na multidão de vezes que se uniram fragmentariamente para o seu trabalho. Em meio de tão grande alegria, existia uma nuvem: o homem. Ah! Como ele era ingrato. Haviam-no construído com seus mais perfeitos e puros materiais, e o homem abusava deles, prendendo-os. Tiveram desejo de retirar sua cooperação e privá-lo de realizar suas experiências no plano físico. Porém a nuvem dissipou-se e a alegria voltou a reinar entre os quatro irmãos. Aproximando-se o momento de se separarem, pensaram em deixar uma recordação que perpetuasse através das idades a felicidade de seu encontro. Resolveram criar alguma coisa especial que, composta de fragmentos de cada um deles harmonicamente combinados, fosse também a expressão de suas diferenças e independência, e servisse de símbolo e exemplo para o homem. Houve muitos projetos que foram abandonados por serem incompletos e insuficientes. Por fim, refletindo-se no lago, os quatro disseram: – E se construíssemos uma planta cujas raízes estivessem no fundo do lago, a haste na água e as folhas e flores fora dela? – A Idea pareceu digna de experiência. Eu porei as melhores forças de minhas entranhas – disse a terra – e alimentarei suas raízes. – Eu porei as melhores linfas de meus seios – disse a água- e farei crescer sua haste. – Eu porei minhas melhores brisas – disse o ar – e tonificarei a planta. – Eu porei todo o meu calor – disse o fogo – para dar às suas corolas as mais formosas cores. Dito e feito. Os quatro irmãos começaram a sua obra. Fibra sobre fibra, foram construídas as raízes, a haste, as folhas e as flores. O sol abençoou-a e a planta deu entrada na flora regional, saudada como rainha. Quando os quatro elementos se separaram, a Flor de Lótus brilhava no lago em sua beleza imaculada, e servia para o homem como símbolo da pureza e perfeição humana. Consultaram-se os astros, e foi fixada a data de 8 de maio – quando a Terra está sob a influência da Constelação de Taurus, símbolo do poder Criador – para a comemoração que desde épocas remotas se tem perpetuado através das idades. Foi espalhada esta comemoração por todos os países do Ocidente, e, em 1948, o dia 8 de Maio se tornou também o “Dia da Paz”.”

A FLOR DE LOTUS OU PADMA

A flor de Lótus é o símbolo supremo do Cosmo e do Ser Humano, determinando assim, Pureza e Perfeição Humana.

Mantém sua temperatura em torno de 35 graus, possui um sistema de autorregulação de calor, como os seres humanos e os mamíferos.

Suas folhas são auto-limpantes, tem a capacidade de repelir poeiras e micro-organismos.

Flor de Lótus (botão) – representa as possibilidades infinitas do Ser Humano

Flor de Lótus (aberta) – A criação do Universo. Os Chakras que são os Centros de Consciência do Corpo Humano estão representados como Flor de Lótus.

Cada cor determina o seu caráter individual.

O número de pétalas corresponde às suas funções.

A Flor de Lótus cresce e desenvolve-se na escuridão do lodo, emergindo para a superfície, abrindo as suas flores, permanece imaculada da água e da terra.

Raiz – vida material

Talo – vida astral

Flor – vida espiritual

Ela é a síntese viva do mais profundo e do mais elevado:

Incriado – Criado

Material(físico) – Imaterial (Espiritual)

Individualidade – Universalidade

Sansara (ilusão) –Nirvana (Iluminação)

Quando o Ser Humano vibraciona o Mantra OM MANI PADME HUM, os seus Corpos Sensoriais atingem a capacidade de silenciar a si mesmo de todo alarido exterior, é quando Unificado com o Seu Princípio, manifesta-se através do seu Corpo de Luz.

É o som da freqüência da consciência de todos os Budas, de todos os Universos, é o vibracionar dos 84.000 ensinamentos que é a identidade da personalidade dos Samadhis Búdicos.

OM – É o corpo sonoro do Absoluto, o qual tudo criou, do Alfa/omega.

É o Som Primordial de todos os Mantras.

Quando vibracionado gera nos corpos sensoriais a sua limpeza e purificação, interligando-se com o Principio da sua Essência Criadora, atinge a capacidade de manifestar-se através do Seu Corpo de Luz.

MANI – significa jóia.

Simboliza a Senda para alcançar a iluminação, a consciência objetivada pelo reto proceder, determina a Plenitude de Si Mesmo.

PADME- Significa Lótus.

Como o Lótus que nasce da lama e dela não se contamina, o Ser Humano aprende a transcender a si mesmo, gera o discernimento, o vivenciar em consciência.

HUM – A pureza, que é a identidade daquele que atingiu a plenitude de vivenciar o eterno presente, é regida pela sabedoria que a faz manifestar-se através da unidade indivisível do qual tudo originou-se do Macrocosmo ao Microcosmo.

Além da limitação da temporalidade: DEUS O GRANDE ARQUITETO

A flor de lótus tem muitos significados poderosos na religião budista. Por exemplo, um botão de lótus simboliza os seres que não atingiram a iluminação, todavia quando os ensinamentos budistas começam a se consolidar internamente, então a flor abre e um indivíduo se ilumina. Esta é a razão porque Buda senta em uma flor aberta de lótus.
As cores das flores também tem seus significados diferentes.

LÓTUS BRANCA – representa a total pureza da mente e perfeição espiritual. Normalmente tem 8 pétalas que correspondem ao caminho da óctupla senda. Ela é tipicamente associada às flores dos Budas.

LÓTUS VERMELHA – simboliza a natureza original do coração. É a lótus de muitas qualidades do coração, incluindo o amor, compaixão e paixão. Ë a lótus de Avalokitesvara, O Buda da Compaixão.

LÓTUS AZUL – representa a vitória do espírito sobre os sentidos. É a vitória da inteligência, sabedoria e conhecimento. A Lótus azul nunca está totalmente aberta e seu miolo nunca é visto.

LÓTUS ROSA – facilmente confundida com a lótus branca, a lótus rosa é a Lótus de todas as lótus. É suprema e reservada para as mais altas divindades. É a lótus tradicional do Buda Histórico.

FLOR-DE-LÓTUS

A flor-de-lótus (Nelumbo nucifera), também conhecida como lótus-egípcio, lótus-sagrado e lótus-da-Índia, é uma planta da família das ninfáceas (mesma família da VITÓRIA-RÉGIA) nativa do sudeste da Ásia (Japão, Filipinas e Índia), principalmente).

Olhada com respeito e veneração pelos povos orientais, ela é freqüentemente associada a Buda, por representar a pureza emergindo imaculada de águas lodosas.

No Japão, por exemplo, esta flor é tão admirada que, quando chega a primavera, o povo costuma ir aos lagos para ver o botão se transformando em flor.

Lótus é o símbolo da expansão espiritual, do sagrado, do puro.

A lenda budista nos revela que quando Siddartha, que mais tarde se tornaria o Buda, tocou o solo e fez seus primeiros sete passos , sete flores de lótus cresceram.

Assim, cada passo do Bodhisattva é um ato de expansão espiritual. Os Budas em meditação são representados sentados sobre flores de lótus, e a expansão da visão espiritual na meditação (dhyana) esta simbolizada pelas flores de lótus completamente abertas, cujos centros e pétalas suportam imagens, atributos ou mantras de vários Budas e Boddhisattvas, de acordo com a posição relativa e relação mútua.

Do mesmo modo, os centros da consciência no corpo humano (chakras) estão representados como flores de lótus, cujas cores correspondem ao seu caráter individual, enquanto o número de suas pétalas correspondem às suas funções.

O significado original deste simbolismo pode ser visto pela semelhança seguinte: Tal como a Flor de Lótus cresce na escuridão do lôdo para a superfície da água, abrindo sua flor somente após ter-se erguido além da superfície, ficando imaculada de ambos, terra e água, que a nutriram – do mesmo modo a mente, nascida no corpo humano, expande suas verdadeiras qualidades (pétalas) após ter-se erguido dos fluidos turvos da paixão e da ignorância, e transforma o poder tenebroso da profundidade no puro néctar radiante da consciência iluminada, a incomparável jóia (mani) na FLOR DE LÒTUS (padma). Assim, o arahant (santo) cresce além deste mundo e o ultrapassa. Apesar de suas raízes estarem na profundidade sombria deste mundo, sua cabeça está erguida na totalidade da luz.

Ele é a síntese viva do mais profundo e do mais elevado, da escuridão e da luz, do material e do imaterial, das limitações da individualidade e da universalidade ilimitada, do formado e do sem forma, do Samsara e do Nirvana.

Se o impulso para a luz não estivesse adormecido na semente profundamente escondida na escuridão da terra, o lótus não poderia se voltar em direção à luz. Se o impulso para uma maior consciência e conhecimento não estivesse adormecido mesmo no estado da mais profunda ignorância, nem mesmo num estado de completa inconsciência um iluminado nunca poderia se ergurer da escuridão do Samsara.

A semente da iluminação está sempre presente no mundo, e do mesmo modo como os Budas surgiram nos ciclos passados do mundo, também os iluminados surgem no presente ciclo e poderão surgir em futuros ciclos, enquanto houver condições adequadas para vida orgânica e consciente. (texto retirado do site:www.viacapella.com.br/portal/lotus.htm)


Maria Elisete Shalom...

'pôr-as-palavras-para-andar' ...agir de acordo com o que se fala...

Diz a sabedoria indígena que quando não cumprimos o que prometemos, o fio de nossa ação, que deveria estar concluída e amarrada em algum lugar, fica solto ao nosso lado.
Com o passar do tempo, os fios soltos enrolam-se em nossos pés e impedem que caminhemos livremente... E se não cumprimos o que prometemos ficamos impossibilitados de andar com naturalidade. Como se desse dois passos para frente e quatro para trás.
Ficamos amarrados às nossas próprias palavras. Por isso os nativos têm o costume muito antigo de 'pôr-as-palavras-a-andar' que significa agir de acordo com o que se fala; Isso conduz à integridade entre o pensar, o sentir e o agir no mundo e nos conduz ao Caminho da Beleza onde há harmonia e prosperidade naturais.
Por isso, aquele que promete e não cumpre fica rodando em círculos sem sair do lugar. Para libertar desta energia, é bom procurar a pessoa, reatar laço pessoal e realizar aquilo que prometeu.
Depois de compreender que essa prática é necessária, além de tudo, como aprendiz deve estar atento a 'cumprir o que promete', o Xamã rico de sabedoria e iluminação sempre se reúne para estudar e praticar o "fio da nossa ação", para que ele não fique solto... Quando os aprendizes se encontram para praticar e debater, após ter compreendido que a mudança tem de ser íntima e no próprio coração, então eles dizem: "o Xamã se aproxima de seu templo". Aqui o Xamã é o sábio e traduz a linhagem dos mestres; o templo é o coração purificado. E neste estado a pessoas mais desenvolvida da tribo, dirigir-se-á aos lugares sagrados para buscar inspiração e iluminação cada vez mais profunda para realizar ensinar práticas mais eficazes na realização do "fio da nossa ação".
Muito interessante esta prática e, Carlos Castanheda conta num de seus livros, que seu mestre Dom Juan Matus índio da tribo Yaqui do deserto de Sonora no México, mandou que ele procurasse todas pessoas que ele vai prometido alguma coisa, desse um presente especial, algo que elas estavam precisando e agindo assim libertaria de suas promessas, ficando livre para andar no caminho da beleza.
Segundo Louise Hay essa sabedoria indígena de 'pôr-as-palavras-para-andar', em que a pessoa diz claramente o que se pensa pois, se guardar estas reflexões, ficará bloqueado. “É preciso falar, mas usando as palavras e pensamentos certos. Afinal, se somos o que pensamos, precisamos ter muita atenção com o nosso pensamento”.
Hein cara-pálidas! Tem gente que dá dois passos pra frente e quatro pra trás e, vive culpando os outros. É muito forte esta prática, eu já pratico e vou continuar a praticá-la. Ensina ser mais cuidoso com a vida que levamos, com a palavra que empenhamos. O ser humano de antigamente era conhecido por ser uma pessoa de palavra. E diziam assim: fulano empenhou a palavra, ele vai cumprir. Noutras vezes diziam: Fulano é um homem de palavra. A palavra de fulana é um contrato. Serve para reflexão. Paz Profunda! Grande abraço perfumado com palavras de luz.
Fonte: Don Miguel Ruiz. Os Quatro Compromissos: O livro da Filosofia Tolteca. Editora Best Seller.





Maria Elisete Shalom...

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Pensamento para o Dia 20/02/2012


“Shivarathri é o dia em que se tenta estabelecer amizade entre a mente e Deus. Shivarathri torna a pessoa consciente do fato de que a mesma Divindade é onipresente e é encontrada em toda parte. Diz-se que Shiva vive em Kailasa. Mas onde ela se localiza? Kailasa significa alegria e bem-aventurança. Isso significa que Deus vive em nossas mentes, as quais são preenchidas por alegria e prazer. Como se pode obter essa alegria? Ela surge quando desenvolvemos firmeza, pureza e santidade. O coração, em seguida, fica cheio de paz e felicidade e se torna o templo de Deus. Não há utilidade em se pensar em Deus uma vez por ano, durante o Shivarathri. Cada dia, cada noite, cada minuto, você deve pensar na Divindade e santificar seu tempo. De fato, você mesmo é Shiva, o Divino. Tente entender e reconhecer esse princípio de Shiva tatva (essência Divina) que é de fato sua própria realidade.”

Sathya Sai Baba

O Cubo de Metraton

 





No judaísmo místico, especialmente na Kabbalah, Metraton (por vezes conhecido como "Metatron") é o anjo supremo, mais poderoso até mesmo do que Miguel. Seu nome significa "Mais Próximo do Trono", conhecido como o "Príncipe do Rosto Divino", o "Anjo do Pacto", o "Rei dos Anjos" e o "Anjo da Morte", devido a sua a pesada responsabilidade de ser encarregado da "sustentação da existência do mundo". A etimologia da palavra "Metraton" é muito incerta. Dentre as várias hipóteses que têm sido propostas a esse respeito, uma das mais interessantes é a que a faz derivar do Caldaico "mitra", que significa "chuva". Pela raiz da palavra "mitra", mantém também certa relação com a "luz". A propósito, assinalemos que a doutrina hebraica fala de um "orvalho de luz" emanado da "Árvore da Vida" pelo qual se deve operar a ressurreição dos mortos, bem como de uma "efusão de orvalho" que representa a influência celeste a comunicar-se a todos os mundos. Tudo isso lembra singularmente o simbolismo alquímico e o Rosacruciano. Sendo assim, é possível que se creia que a semelhança com o deus "Mitra" citado no Hinduismo e no Zoroastrismo constitua uma um empréstimo do Judaísmo a doutrinas estrangeiras. É possível também ressaltar o papel atribuído à chuva em quase todas as tradições, enquanto símbolo da descida das "influências espirituais" do Céu sobre a Terra.

Alguns dizem que Metraton foi "originado" de Enoch, pai de Matusalém, um personagem bíblico, nascido na sétima geração após Adão. De acordo com o relato de Gênesis (capítulo 5, versos 22-24): “E andou Enoque com Deus, depois que gerou a Matusalém, trezentos anos, e gerou filhos e filhas. E foram todos os dias de Enoque trezentos e sessenta e cinco anos. E andou Enoque com Deus; e não apareceu mais, porquanto Deus para si o tomou”. Este pequeno trecho sugere que Deus o transformou em Metraton. Sobre este personagem bíblico existem também os livros apócrifos pseudoepígrafos: "Livro de Enoch I" e o "Livro de Enoch II", que fazem parte do cânone de alguns grupos religiosos, principalmente dos cristãos da Etiópia, mas que foram rejeitados pelos cristãos e hebreus, por serem particularmente incômodos para os clérigos do ponto de vista político. Todavia, a epístola de Judas, no Novo Testamento bíblico, faz uma menção expressa ao Livro de Enoch, fazendo uma breve citação nos versos 14 e 15 de seu único capítulo.

É preciso notar que "Melek", "rei" e "Maleak", "anjo" ou "enviado" não são na realidade senão duas formas de uma mesma palavra A frase “o anjo no qual é Deus” (“Maleak ha-Elohim”) forma o anagrama de "Mikael". Convém acrecentar que, se Mikael se identifica com Metraton como acaba de se ver, no entanto, ele não representa senão um aspecto: o luminoso. Ao lado da face luminosa, há uma face obscura, e esta é representada por Samael, que é também chamado "Sâr haôlam", isto é, Satã. Segundo Santo Hipólito, “o Messias e o Anticristo têm ambos por emblema o leão”, que também é um símbolo solar: e a mesma observação podia ser feita para a serpente e para muitos outros símbolos.

De toda forma, pelo nome "Cubo de Metraton" é conhecida uma figura geométrica no mínimo curiosa. Esta figura contém em a si a projeção bidimensional de todos os corpos platônicos. Estes sólidos são, por sua vez, poliedros regulares convexos, ou seja: figuras geométricas tridimensionais simétricas, cujos ângulos e arestas mantém um valor constante e cujos lados são polígonos regulares iguais. Uma esfera inscrita, tangente a todas suas faces em seu centro; uma segunda esfera tangente a todas as aristas em seu centro e uma esfera circunscrita, que passe por todos os vértices do poliedro. Existem apenas 5 corpos platônicos: o tetraedro, o hexaedro (ou cubo), o octaedro, o dodecaedro e o icosaedro.




Os 5 Corpos Platônicos e o Merkabah inseridos no Cubo de Metraton.

Platão concebia o mundo como sendo constituído por quatro elementos básicos: a Terra, o Fogo, o Ar e a Água, e estabelecia uma associação mística entre estes e os sólidos. Assim, o cubo corresponde à Terra; o tetraedro, associa-se ao Fogo; o octaedro foi associado ao Ar e o icosaedro à Água. O quinto sólido, o dodecaedro, foi considerado por Platão como o símbolo do Universo, relacionando-se ao chamo Éter.

O Cubo de Metraton se constrói tomando como base o chamado "Fruto da Vida", ou seja: 13 circunferências tangentes e congruentes, construídas a partir de um hexágono regular. Unindo-se os centros de cada uma destas circunferências com os centros de todas as demais, obtém-se esta interessante figura formada por 78 linhas. Pode-se notar facilmente que a imagem da "Árvore da Vida" da Kabbalah está contida neste conjunto de esferas. Igualmente se vê a "Estrela de David" (as diagonais do hexágono) e a "Estrela de Kepler" (ou "Merkabah", forma estelar do icosaedro, versão tridimensionalda "Estrela de David").





A "Flor da Vida" é uma figura geométrica composta de círculos múltiplos espaçados uniformemente, em sobreposição, que estão dispostos de modo que formam uma flor, com um padrão de simetria multiplicada por seis, como um hexágono. Em outras palavras, seis círculos com o mesmo diâmetro se interceptam no centro de cada circulo. O Templo de Osíris em Abidos, Egito, tem o exemplar mais antigo até hoje, está talhada em granito e poderia representar o "Olho de Rá", um símbolo de autoridade do faraó. Outros exemplos se podem encontrar na arte fenícia, assíria, hindu, no médio oriente e medieval. O padrão da Flor da Vida pode ser construído com lápis, um compasso e papel mediante a criação de várias séries de círculos interconectados. O padrão da Flor da Vida é a base do Fruto da Vida e, portanto, do Cubo de Metraton.





Uma simplificação da Flor da Vida é um símbolo muito antigo, encontrado nos Vedas e também na civilização celta. Os celtas o utilizaram muito como elemento decorativo, presente nos frisos e demais obras de arte. O círculo simboliza o universo imanente. Símbolos como o que encontra-se no centro são chamados de "triquetras", que em Latim quer dizer "3 esquinas". Alguns referem-se a este símbolo como sendo um símbolo de Jesus: o peixe formado por duas linhas curvas também era um símbolo dos cristão. A triquetra é formada por 3 destes "peixes", portanto. Outro aspecto interessante é que a triquetra é um símbolo unicursal ou seja, traçado continuamente, representado assim a eternidade. Os Vedas falam de três mundos: o mundo material, o espiritual e o átmico. Na principal oração (mantra) das doutrinas védicas são cantados no início do "Gayatri" significando respectivamente os três mundos (Bhur, Bhuvah e Svahah). A Filosofia Celta referencia 3 níveis distintos de existência, mas interconectados e interpenetrados: o físico, o mental e o espiritual. Quando o Cristianismo "chegou aos Celtas", este símbolo foi utilizado para simbolizar a Trindade Cristã: Pai, Filho e Espírito Santo.

Há uma tradição mística da Kabbalah que retrata o "Merkabah" (ou "Trono de Deus" ou "Carro de Deus", ou "Carruagem de Fogo") como um veículo que podia subir ou descer através de diferentes câmaras ou palácios celestiais, conhecidos como "Hekhalot". Durante o período do Segundo Templo, a visão de Ezequiel foi interpretada com um vôo místico para o céu, e os místicos cabalistas desenvolveram uma técnica para usar o símbolo do Merkabah como ponto focal da meditação. O místico faria uma viagem interior para os sete palácios e usaria os nomes mágicos secretos para garantir uma passagem segura por cada um deles. Até bem recentemente, esses procedimentos e fórmulas místicas só eram conhecidos pelos estudiosos da Kabbalah. O Merkabah é então um veículo de luz que transporta o espírito, a mente e o corpo, para acessar e experimentar outros planos, realidades e potenciais de vida mais elevados. Podemos classifica-lo como sendo um veículo interdimensional. Este carro de fogo é também citado na Bíblia quando o profeta Elias foi arrebatado por um destes veículos e levado aos céus para não mais voltar.

De acordo com os versos de Ezequiel, o Merkabah seria uma carruagem composta por 4 anjos. Estes anjos são querubins e são chamados de "Chayot" e são descritos como tendo forma humana, mas com faces diversas: uma de touro, outra de leão, outra ainda de águia e uma última humana propriamente. Há ainda anjos com forma circular, descritos como "rodas dentro de rodas" e que se chamam "Ophanim". Estes anjos são responsáveis pelo movimento do carro nas quatro direções. Por fim, descreve-se a participação de serafins que são vistos como clarões de luz que funcionam como fonte de energia. Estes clarões de luz piscam com rapidez e estes serafins controlam todo o conjunto. Uma descrição bem parecida se encontra na tradição cristã, no Apocalipse de João, quando se descreve o Trono do Cordeiro, cercado pelos mesmos seres alados: touro, leão, águia e homem. A forma descrita do Merkabah é bastante discutível, mas é comumente aceito que se trate de um duplo tetraedro, um com vértice para cima e outro, para baixo, que giram em sentidos opostos. Este conjunto forma então uma estrela tetraédrica que se inscreve nos vértices de um icosaedro.



De um ponto de vista astrológico, a divisão do zodíaco em doze partes, permite o entendimento do processo da vida organizando-o em 12 signos estelares e 12 casas, localizando neles os 9 astros. Esta divisão pode ser descoberta também no Cubo de Metraton. Aqui então se encontra uma relação simbóloca com as chamadas "Forças Querubínicas" e prática, com as horas do dia. Estas 12 entidades querubínicas derivam das quatro primordiais que são: o Touro alado, o Leão alado, a Águia (Escorpião) e o Homem alado (Aquário).



Leonardo daVinci resumiu todo o simbolismo do Cubo de Metraton em seu famoso desenho "Homem Vitruviano". Este desenho famoso acompanhava as notas que Leonardo daVinci fez ao redor do ano 1490 num dos seus diários. Descreve uma figura masculina simultaneamente em duas posições sobrepostas com os braços inscritos num círculo e num quadrado. O Homem Vitruviano é baseado numa famosa passagem do arquiteto romano Marcus Vitruvius Pollio (donde o nome "vitruviano") na sua série de dez livros intitulados de "De Architectura", onde são descritas as proporções do corpo humano. O redescobrimento das proporções matemáticas do corpo humano no século XV por Leonardo e os outros é considerado uma das grandes realizações que conduzem ao Renascimento italiano. Das relações matemáticas encontradas na Proporção Áurea, que também podem ser observadas no mesmo desenho de daVinci, emerge mais uma vez a Flor da Vida.



No Cubo de Metraton ainda é possível que se veja a projeção bidimensional de um tesseract (ou hipercubo). Um tesseract é uma figura tetradimensional regular composta por 8 cubos montados em 4 dimensões.
Tesseract "aberto" em 3D e o mesmo tesseract "montado" em 4D

Esquema de tesseract e tesseract inscrito no Cubo de Matraton

Círculos nas plantações (ou "crop circles" em inglês) são conjuntos de figuras geométricas desenhadas amassando campos de trigo, cevada, centeio, milho ou canola. Estas figuras são melhor observadas de um ponto mais alto, fazendo pouco sentido quando são observadas no nível do chão. A aparência geométrica e influnciada por fractais. A origem destes círculos é desconhecida e controversa. O fenômeno já foi observado em vários países em todo o mundo, começando pela Inglaterra na década de 1970. No Brasil, tal fenômeno vem acontecendo principalmente no interior dos estados de São Paulo e Santa Catarina. Foram sugeridas várias explicações que envolvem causas discrepantes como acontecimentos naturais, fraude e visitas de extra-terrestres, mas não se chegou a nenhuma conclusão. O fato é que a maioria destes círculos acaba repetindo padrões que nos remetem mais uma vez ao Cubo de Metraton.





Atualmente muitos artistas têm se inspirado no Cubo de Metraton e suas variações e criado belas obras de arte sobre seu simbolismo.





Maria Elisete Shalom...

MÃE DIVINA





Minha mãe minha rainha
Foi ela que me entregou
Para mim ser jardineiro
No jardim de belas flores
No jardim de belas flores
Tem tudo que procurar
Tem primor e tem beleza
Tem tudo que Deus me dá
Todo mundo recebe
As flores que vêm de lá
Mas ninguém presta atenção
Ninguém sabe aproveitar
Para zelar este jardim
Precisa muita atenção
Que as flores são muito fina(s)
E não podem cair no chão
O jardim de belas flores
Precisa sempre aguar
Com as prece(s) e os carinhos
Ao nosso pai universal

- Mestre Irineu-






OM - BHUR BHUVA SWAH
TAT SAVITUR VARENAYAM
BHARGO DEVASYA DHIMAHI
DHIYO YO NAH PRACHODAYAT

Em um mundo melhor,
a lei natural é a do amor.
Em uma pessoa melhor,
sua natureza também é amorosa.
O amor é o princípio
que cria e sustenta as relações humanas,
O amor espiritual leva ao silêncio,
e esse silêncio tem o poder de unir,
orientar e liberar as pessoas.
E mais, quando o seu amor é aliado à fé,
cria uma forte estrutura para a iniciativa e a ação.
Lembre-se: o amor é um catalisador para mudanças,
desenvolvimento e conquistas.

Por Brahma Kumaris






Encontre mais músicas como esta em Portal Arco Íris-Núcleo de Integração e Cura Cósmica