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sábado, 30 de março de 2013

Hermosa Canção ...O Condor Passa - (El Condor Pasa) em Português

A presença do Condor



http://panhuasca.org.br/spa/?page_id=317&lang=pt
Os condores preferem viver nas altas montanhas, voar nos céus acima das cordilheiras. Simbolizam a mais alta elevação, acima das limitações e obstáculos e são, por excelência, o símbolo do transpessoal, integrando a sabedoria dos que já morreram, dos que não tem ego. Eles são o símbolo da ascensão espiritual, da comunicação com o sutil, a representação alada da Ayahuasca. O condor é o símbolo do poder criador, a encarnação da filosofia perene; o seu vôo majestoso aponta para o processo mesmo da vida, da eternidade criadora, cujas obras, sempre vivas, são feitas de nascimentos e mortas. A águia é símbolo solar, mas o olho do condor é o sol; ele simboliza a luz oculta do grande vazio, é o mestre do tempo, dos trovões e relâmpagos, da sabedoria, da nova visão, da profecia, da iluminação.

O condor é com certeza o rei das alturas mas, ultimamente, é um servidor, um simples jardineiro, o instrumento da arte da renovação, da limpeza e purificação; novas produções necessitam novos espaços, fertilizam-se na desintegração do passado. Sabedoria, prudência, calma, ponderação, visão, intuição, profecia, são os atributos do símbolo mensageiro do divino.


 
O Condor Passa - (El Condor Pasa)

Letra: Maria Raquel de Oliveira Souza
Versão em Português: Paulino Carrasco: Voz, arranjos, instrumentais.

Música de Daniel Alomía Robles (Peru -- 1913). Foi registrada legalmente em 1933 e declarada como Patrimônio Cultural da Nação em 2004. (Wikipedia).

Uma homenagem pelos cem anos dessa imortal e encantadora melodia.

Peru - Brasil
 
 


O Condor Passa...

Desponta entre nuvens lá no céu
Majestoso, tão formoso
Voa o condor

Desliza tão sereno nas alturas
A saudar, ao bailar
De suas penas

Contempla no alto dos mirantes
É o guardião dos visitantes
Gigante e belo inebria
O alvorecer
De todo dia!...
Com alegria...

Quando passa, seu encanto estremece
De emoção, contagia
A criação

Orgulho dos nativos viverá
Sem limites de fronteiras
Seguro reinará...

O sol aquece o seu ninho
A lua guarda
O seu sono
Os céus te servem de caminho
E os seus rumos
São os montes
Montes andinos...

Um dia ele voltará, também aqui, pra este lugar
Virá dentro de um sonho azul
Minas Gerais o acolherá
Tranqüilo cantará
O condor.

Maria Elisete Shalom...

sexta-feira, 29 de março de 2013

Aniversário de kwan yin 30 Março 2013

 


Esta data é considerada muito especial, pois devido à grande quantidade de pessoas sintonizando-se com Kuan Yin, acredita-se que sua influência e seus poderes de auxílio sejam potencializados nestes dias.
Kwan Yin, na China, Kannon no Japão e Tcherezing no Tibet, a protetora dos lares e deusa da compaixão, da cura, da bondade e da felicidade.
Kwan Yin é um “bodhisattwa”.
Seu nome significa “aquela que ouve o choro do mundo”, atendendo a cada oração que lhe é enviada.
Ao pronunciar-se seu nome, alcança-se alívio para as dores físicas e morais. Seus seguidores não comem carne e não praticam nenhum ato de violência, vivendo de forma harmônica, fazendo caridade.
As estátuas de Kwan Yin representam-na segundo galhos de salgueiro ou coberta de jóias; seus gestos são de generosidade e banimento dos medos e dificuldades. As pessoas usam suas estatuetas para meditação, repetindo constantemente seu nome para atrair seus dons de paz e compaixão.

Todo ano, neste dia, Kuan Yin ( a poderosa deusa chinesa da cura piedade, compaixão e perdão) é invocada para proteção, amor , piedade e sabedoria.
Oferendas de incenso e velas cor de violeta são colocadas em seu altar, com pedaços enrolados de papel de arroz nos quais se escrevem desejos variados.
Mestra Kwan Yin, também conhecida como Deusa da Misericórdia, representa a grande força da Mãe Universal no Oriente - assim como Mãe Maria, no Ocidente.
(retirado da net , autoria desconhecida)
Recite o Grande Mantra da Compaixão

sábado, 23 de março de 2013

72 nomes de Deus são, e como podem eles ou não ser usados

A Composição da Árvore da Vida

A Composição da Árvore da Vida


A ARVORE SEFIROTAL é composta de 10 (dez) ESFERAS, ou círculos, chamados SEPHIROTH (no singular SEPHIRAH). Elas representam princípios energéticos da Criação. Estão dispostas em três triângulos estando a décima esfera isolada em baixo.

As esferas, ou Sephiroth, são ligadas entre si por 22 linhas que indicam o caminho, perfazendo 32 pontos de meditação, pontos de estudo, pontos de conhecimento, cheios de simbolismo arquétipo que nos é revelado com o estudo.
O 33º ponto é o resultado final, é O CONHECIMENTO, a perfeição que é a meta a ser conquistada com muito trabalho, estudo e autodisciplina. Isto nos lembra os 33 anos da idade do Cristo, não é?

As SEPHIROTH, são numeradas de 1 a 10, seguindo o caminho do RAIO, que é o sentido da emanação da energia ou DESCIDA DA MATÉRIA de Deus para a criação como nós a conhecemos.

Além das 10 SEPHIROTH visíveis, existe uma (sem número) que é representada na Arvore por uma linha pontilhada.

É a SEPHIRAH DAHAT, a Sephirah Invisível, à qual os Rabinos atribuem o nome de "O CONHECIMENTO". É a esfera de mais difícil acesso, e cujo significado é revelado aos magos, aos iluminados, aos santos.


Na ARVORE as Sephiroth se distribuem verticalmente em 3 PILARES (imaginários) que apresentam os 3 grandes princípios de ATIVIDADE, PASSIVIDADE, e EQUILIBRIO.

- O Pilar da Esquerda é o da SEVERIDADE ou da FORÇA.

- O Pilar da Direita é o da MISERICORDIA ou BELEZA.

- O Pilar central é o do EQUILIBRIO ou SABEDORIA.

Esta representação em PILARES, é necessária para compreendermos um outro princípio Hermético, que é o Princípio da Polaridade: Tudo é duplo, tudo tem dois Pólos; tudo tem seu par de opostos; o semelhante e o dessemelhante são uma só coisa; os opostos são idênticos em natureza, mas diferentes em grau; os extremos se tocam; todas as verdades são meias verdades; todos os paradoxos podem ser reconciliados (O Caibalion*). Para se neutralizar estas duas polaridades é que existe o Pilar do Meio.

Aqui é importante observar que estamos vendo a Arvore como uma representação do MACROCOSMO (O UNIVERSO), e portanto ela é aqui representada "de frente", isto é, olhando-se para ela.

Para a representação do MICROCOSMO, (O HOMEM), devemos lembrar que este se inscreve na ARVORE olhando para cima (ou olhando para nós), isto é, ESPELHADO. Os Dois Hemisférios de nosso Cérebros regem nosso Corpo de maneira cruzada: O hemisfério Esquerdo rege o lado direito do corpo e o Hemisfério Direito rege o lado esquerdo do corpo.
Desta maneira os sentidos dos Pilares ficam invertidos, correspondendo o Lado Direito do Homem (quando escrevo Homem quero dizer o gênero humano) à Força e o Lado Esquerdo do Homem à Beleza.
Novamente devemos lembrar o Axioma Hermético, sem o qual nada é compreensível: O que está em cima é como o que está embaixo, e o que está embaixo é como está em cima, o que quer dizer análogo, e não igual. Esta compreensão de analogia é extremamente importante para que seja compreendido o significado da Arvore e seja conseguida sua aplicação no mundo da criação.


AS SEPHIROTH:

As Sephiroth (ou Sefiras) da Arvore são numeradas de 1 a 10, e representam principalmente DEZ estados fundamentais de energia, ou Modelos de Organização Biológica (Os Modelos de Organização Biológica que também são representados pelos planetas de nosso sistema solar), e a relação entre elas é representado pelos caminhos.

- A primeira Sefira representa sempre o ponto de partida de algo, o estado inicial, o agente motor, a ORIGEM.

- A ultima Sefira representa o FIM na matéria, a condição final, o RESULTADO.

- As outras Sephiroth indicam as etapas entre este começo e este fim.

Este é o caminho da criação, de qualquer forma ela seja, mental ou física, Divina ou humana.

Como citamos, para cada SEPHIRAH existe um Modelo de Organização Biológico, e este tem um representante no nosso Sistema Solar. Este representante é um Planeta, e através o seu significado astrológico, podemos compreender a natureza desta Esfera, a sua energia criadora particular, sua relação com a Terra, de onde nos observamos o Universo.

Sabendo que a Sefira é uma representação energética, precisamos compreender como estas Energias, de pura LUZ, foram criadas.

Segundo o Antigo Testamento, DEUS usou a VOZ, ou VERBO, para criar o Universo. Assim podemos explicar aquilo que os cientistas chamam de ‘Big-Bang’. O grande estrondo que o universo fez ao ser criado. Sabemos que a energia em movimento cria sons. Os sons são vibrações. As vibrações criam deslocamento e cristalização de matéria.

O nome de DEUS é formado por QUATRO LETRAS do Alfabeto Hebraico: J H V H (estas letras são escritas da direita para a esquerda H V H J e lidas da mesma forma). Estas quatro letras formam o TETRAGRAMA SAGRADO, uma espécie de código genético que ordena tudo o que existe. É a combinação diferente feita com essas quatro letras que, desdobrada e combinada de várias maneiras, forma as outras, no total 22 letras (somente consoantes), que em seguida formam 72 combinações diferentes, 72 expressões diferentes da energia inicial do nome de DEUS. (No alfabeto hebraico não existem vogais).

Assim, dizem os cabalistas, existem DEZ nomes Divinos que também indicam os atributos de cada Esfera ou Sefira. Destes nomes divinos, formados pela vibração das letras, emanam as outras 72 combinações, 72 nomes sagrados, que se estabelecem com energias chamadas de GÊNIOS que comandam e ordenam a atribuição da Esfera com a ajuda dos COROS ANGELICAIS. Eles agem como numa hierarquia de formação, controle e cristalização da energia primeiramente gerada.

Esses 72 Gênios, ou Anjos - como são chamados pelos católicos - possuem sob sua proteção uma determinada energia, uma ordem biológica, e também todas as pessoas que nascem com a influência dessa energia. Assim, é desta forma que as pessoas que nascem num determinado dia do ano possuem um determinado ‘Anjo’ que as protegem. Cada Anjo protege todas as pessoas que nasceram em 5 dias do ano solar. Mas falaremos isso em outro artigo, especialmente sobre os Anjos.


A CORRESPONDÊNCIA ASTROLÓGICA

Parece que para nossa melhor compreensão destas FORÇAS ENERGÉTICAS que regem o UNIVERSO, o CRIADOR colocou ao nosso alcance formas CRISTALIZADAS de energia, representações de Modelos Orgânicos e Biológicos, que são representadas em nosso sistema SOLAR pelos planetas.

Nos tempos antigos se conheciam somente sete planetas, até SATURNO (último planeta visível a olho nu), e todos os sistemas de CONHECIMENTO eram baseados neles. Mas a ARVORE SEFIROTAL sempre teve DEZ ESFERAS, o numero perfeito, o 9 + 1, indicando que tudo o que existe é submetido à esta lei do nº 10, ou seja o recomeço do ciclo, a roda das encarnações.

Os três planetas "invisíveis", chamados pelos Astrólogos de “transpessoais”, podem ser considerados como representativos da tríade superior, onde Plutão é correspondente a Keter, Urano é correspondente a Hochmah e Netuno à Sefira Dahat. Esses planetas influenciam os seres humanos coletivamente.

SATURNO-BINAH representaria então a cristalização da primeira manifestação da matéria, no limite do abismo. Saturno é o caminho indispensável para toda a materialização de algo.

Explicaremos melhor a correspondência astrológica das Sefiras no capítulo dedicado à elas.

A interpretação Astrológica Cabalística de seu Mapa Natal fornece a informação e a chave para a compreensão de seu desenvolvimento espiritual nesta encarnação.

* Caibalion: O Caibalion nos foi transmitido pela Tradição Hermética e reúne os ensinamentos básicos da Lei que rege todas as coisas manifestadas.
A palavra Caibalion, na língua hebraica, significa tradição ou preceito manifestado por um ente de cima. Esta palavra tem a mesma raiz da palavra Qabala, ou Qibul, ou Qibal, que significa tradição. 

por Graziella Marraccini


 

sexta-feira, 22 de março de 2013

segunda-feira, 18 de março de 2013

Sobre a Mente intuitiva.... A Mente do coração...



Muitas vezes um pensamento rápido como um relâmpago tem mais valor que uma reflexão demorada....

As pessoas acham que grandes reflexões são a profundidade da compreensão e não entendem que o pensamento instântaneo pode evidenciar uma influência superior...


Os pensamentos longos e muitos reflectidos estão revestidos da densidade terrena... cheios de duvidas do campo inconsciente do medo... necessitam de validação de segurança...


Porém num pensamento instântaneo têm mais dificuldade de validar a origem... mas a sua velocidade é tal, que não conseguem compreendê-lo totalmente e como tal recusam a mensagem...


Na verdade só poderemos percebê-las com o Coração...
A maioria das pessoas desconhece a origem dos acontecimentos... não conseguem perceber o ponto de origem em si... e só tentam compreender os efeitos que produziram...


Um Coração sensivel tremerá no próprio começo de um acontecimento... talvez não possam encontrar palavras adequadas para descrever o que estão "vendo" o que logo instântaneamente sentem de Verdade... pois a compreensão nasce logo a partir do Coração...


Quase todos sentem esse chamamento do Coração perante o momento... e logo ai entra a tentativa de compreender como buscar a Paz...


Todavia à os que procuram a Paz interior na refleção egoísta e falsa modéstia, acreditando que conseguirão a Paz interior sem fazer nada...
Que Paz pode advir da inércia?...


A Paz interior vem da voz instântanea do coração, onde todas as energias são intensificadas pelo sentir ... então o pensamento rápido vem do sentir presente...


As centelhas da Inteligência Superior nos penetram como relâmpagos ... abençoados aqueles que sabem mantê-las em seu coração...
Ruth Fairfield

Maria Elisete Shalom...

quinta-feira, 14 de março de 2013

Por que não consigo meditar?



Porque não consigo meditar?
Alguns me fizeram essa mesma pergunta, hoje quero refletir com vocês sobre isso.

Aqui no Ocidente, sempre tivemos o conceito de meditação ligado a concentração. Quando digo: "Vou meditar sobre isso", vejam que existe alguma coisa, em que preciso focar, refletir...existe o "sobre isso", ou seja, uma coisa...

Durante muito tempo tivemos esta referência de que meditar era pensar, refletir.
Mas a verdadeira meditação como nos ensinam os orientais, é simplesmente observar.

Observar o que for, seja como for. Observar a sua volta, observar seus gestos, observar sua respiração, observar os pensamentos que vem, observar as sensações que passam, observar detalhes a sua volta...observar...simplesmente...

Quem não sabe observar?
Nós nascemos observadores. Um recém-nascido observa. Os animais também observam.
Observar não é um ato, nem precisa ser aprendido, é inato. É um estado natural, observação é nossa natureza mais básica, mais simples, mais natural.

Meditação é Observação.
Nossa mente vai aos poucos se tornando tão tagarela, que encobre sem percebermos, a nossa simples capacidade de observar. Passamos a colocar tantos adjetivos naquilo que observamos, que nos envolvemos tanto com esses conceitos mentais, e aquilo que estamos observando ( a realidade!) fica tão distorcida por causa de tantos pensamentos que encobrem aquilo que é, ali na nossa frente.

É por isso que os mestres orientais nos dizem que meditação não se faz, meditação se é. Porque não é um fazer, se fosse nós não nasceríamos observadores ( meditadores) , teríamos que aprender, logo, seria mais um fazer, uma ação. E meditar é justamente um não-fazer, mas SER. Simplesmente se É. E o simples Ser já é meditação, já é observação.

Curioso é que nossa mente começa a funcionar por volta dos 2-3 anos de idade, ou até antes, e nunca para até que nós morremos. Isso é uma canseira só rsrs.
A mente só descansa quando dormimos, ou melhor, quando conseguimos dormir rsrs

Claro, a mente fica tão ativa durante o dia, pensando mil coisas ao mesmo tempo, que a noite é impossível que ela simplesmente desligue e você tenha uma noite de sono maravilhosa.

Ela continua trabalhando a noite, e você sonha muito a noite toda, e acorda cansado pela manhã, e já começa de novo no mesmo ritmo de antes...isso é stressante, é desgastante e isso causa fadiga mental...embotamento, envelhecimento...

Nossa mente precisa de descanso tanto quanto nosso corpo. Não é somente o descanso no sono, mas o descanso da meditação, o descanso da simples observação.

Quando viajamos, tiramos férias, conhecemos lugares novos, relaxamos não é, porque? Simplesmente porque ficamos mais observadores, não ficamos pensando em mil coisas, estamos em um ambiente diferente, temos muitas coisas legais para ver, para desfrutar, isso naturalmente nos coloca mais soltos, e menos mentais; ficamos mais receptivos e mais centrados, porque estamos menos nas análises e mais observadores, mais contemplativos.

O bem estar das novas descobertas, o perceber novos ambientes, experimentar novas coisas faz com que estejamos mais meditativos, mais no momento presente, e isso faz toda diferença.

A meditação é exatamente isso. Centrar-se, e simplesmente observar. Observar sem julgar, observar respirando e vendo os pensamentos, as sensações, e ver cada uma delas surgindo e partindo, como as nuvens no céu.

Quando nós criamos mais e mais espaço meditativo em nós, nós levamos essa paz, essa serenidade para tudo que fazemos também. Nosso trabalho, nossas relações vão cada uma delas ficando mais belas, mais calmas, mais soltas, e mais inteligentes também. Percebemos que é possível viver sem pressa, e sendo igualmente eficientes, mas sem o sofrimento do stress da mente agitada, tagarela, e pela mente estar relaxada, ela possui um brilhantismo, uma agilidade única, justamente por estar repousada.

Voltando a nossa pergunta original: Por que não consigo meditar?

Não é fácil mesmo, no início, porque a mente tomou conta e fala o tempo todo, e você ainda segue cada um dos pensamentos que passam. Mas se você insistir, verá que aos poucos você simplesmente passa a ser um observador de cada um deles, e eles já não tem mais nenhum poder sobre você. Lembre-se que é a sua energia ( consciência ) que alimenta a mente e os pensamentos, logo, se você não ficar alimentando cada um deles, eles simplesmente minguam e desaparecem.

E aí você descobre novamente, a dimensão pura original do observador, a dimensão que nós somos, a que nós nascemos. O olhar das criancinhas como dizia Jesus. O olhar puro, sem julgamento, sem nenhum conceito sobre a realidade. Ser simplesmente observação, tranquila, pura e simples, isto é meditar.

O sono é outra coisa que também pode acontecer se você está começando a praticar meditação. O cérebro a princípio confunde a mente difusa, não focada com sono. Muitos relatam que sentem sono, uma moleza no corpo e vontade de dormir quando começam a praticar a meditação. Isso é absolutamente normal. A observação não identificada precisa ser re-lembrada, pois ficou escondida sob uma montanha de pensamentos, lógica e racionalidade.
Osho diz que é o reconhecimento do quarto estágio da mente, ou Turya, que não é nem vigília, nem sono e nem sonho. Trata-se do estágio onde estamos absolutamente presentes, conscientes, não identificados em profundo estado de relaxamento.

A prática fará com que você possa permanecer todo o tempo em puro estado não identificado. Mente silenciosa inclusive quando fala, trabalha, e até quando pensa! O pensamento acontece na periferia da mente, mas o profundo permanece em absoluto silencio intocável.

Para aqueles que são muito estressados, com a mente que viaja a mil por hora, recomendo iniciar com as meditações ativas do Osho ( vejam aqui no blog em Meditações ), tente começar com a meditação Kundalini ou mesmo a Dinâmica. Elas foram criadas justamente pare serem praticadas por quem possui a mente muito ativa. Depois você pode passar para a meditação Nadabrahma, ou a Gurishankar ou outras e chegar ao Zazen que é simplesmente sentar e observar, pacíficamente, completamente.

Osho dizia que devemos experimentar todas. Também concordo com ele. Experimente diferentes tipos de meditação, e digo mais, inclusive a Yoga, o Tai Chi, as diferentes Artes Marciais podem ser usadas como meditações, na verdade tudo pode se transformar em meditação, tudo mesmo, basta que você esteja presente, em pura observação, sem julgar, e naturalmente você encontrará as que mais lhe agradam.
Tente e você conseguirá...estou certa disso...afinal, é um estado natural seu...meditação você já é...nenhum esforço é necessário, pelo contrário, abandone o esforço da mente, e volte a ser simples meditação...
Amor
Lilian
 

quarta-feira, 13 de março de 2013

Simbolo OM (Ômkára)Uma compreensão profunda


Uma compreensão profunda sobre este símbolo místico revela que é composto de três sílabas combinada em uma, não como uma mistura física mas como uma combinação química. Na verdade em Sânscrito a vogal 'o' é constitucionalmente um ditongo composto de a + u; por isso OM é representativamente escrito como AUM.







Apropriadamente, o símbolo do AUM consiste de três curvas (curvas 1, 2 e 3), um semicírculo (curva 4) e um ponto.


A curva maior 1 simboliza o estado de vigília, neste estado a consciência é voltada para o interior através dos portões dos sentidos. O tamanho grande significa que este é o estado mais comum ('maioria') da consciência humana. A curva de cima 2 mostra o estado de sono profundo ou estado de inconsciência. Este é um estado onde quem dorme não deseja nada nem passa por nenhum sonho.
A curva do meio 3 (que se localiza entre o sono profundo e o estado de vigília) significa o estado de sonho. Neste estado a consciência do indivíduo é voltado para o interior e o sonhador contempla uma visão encantadora do mundo atrás das pálpebras dos olhos.





Estes são os três estados da consciência de um individuo, já que o pensamento místico Indiano acredita que a realidade manifestada inteira se origina desta consciência, portanto estas três curvas representam o fenômeno físico .
O ponto significa o quarto estado da consciência, conhecido em Sânscrito como turiya. Neste estado a consciência não parece nem extrínsica nem intrínsica, nem o
s dois juntos.
Significa o voltar para a quietude de toda existencia relativa e diferenciada. Este estado quieto total, pacífico e bem-aventurado é o alvo absoluto de toda atividade espiritual. Este estado Absoluto (não-relativo) ilumina os outros três estados.








 




Finalmente, o semi círculo simboliza Maya e separa o ponto das outras três curvas. Deste modo, é a ilusão de maya que nos previne da realização dos mais altos estados de bem-aventurança. O semi-círculo é aberto no topo e não toca o ponto. Isto significa que este estado mais alto não é afetado por maya. Maya só afeta o fenômeno manifestado. Este efeito é quem previne o investigador de alcançar seu alvo final, a realização do Um, do onisciente, do não-manifesto, do princípio Absoluto. Desta maneira, a forma de OM representa tanto o não-manifesto e o manifesto, o númeno e o fenômeno. Como um som sagrado também, a pronúncia das três sílabas AUM é aberto para uma rica análise lógica.A letra A é conhecida como o primeiro som , independente do contexto cultural. É produzida no fundo da boca aberta e é portanto dita incluir e ser incluída em todos os outros sons produzidos pelos órgãos vocais humanos. Na verdade, A é a primeira letra do alfabeto Sanscrito.
A boca aberta para o A move para o fechamento no M. Entre eles está o U, composto da abertura do A mas formado pelo fechamento dos lábios. Aqui é importante lembrar que interpretado em relação as três curvas, as três sílabas que formam o AUM são suscetíveis a mesma decifração metafórica. O estado de sonho (simbolizado por U) , situa-se entre o estado de vigília (A) e o estado de sono profundo (M). Na verdade um sonho nada mais é do que um componente da consciência da vida em vigília formada pela inconsciência do sono.

Deste modo AUM também contém dentro de si o alfabelto completo, já que sua pronúncia origina do fundo da boca (A), viajando entre (U), e finalmente alcançando os lábios(M). Atualmente todos os alfabetos podem ser classificados sob várias categorias dependendo da área da boca onde são pronunciados. Os dois extremos entre quais um alfabeto completo oscilam são do fundo da boca para os lábios; ambos se juntam no simples ato da pronúncia do AUM.



A última parte do som AUM (M) conhecido como ma ou makar, quando pronunciado faz os lábios fecharem. É como fechar a porta para o mundo exterior e procurar no fundo de nós mesmos a verdade absoluta.Mas além da natureza tríplice do OM como um som sagrado está a quarta dimensão invisível que não pode ser distinguida pelos nossos restritos orgãos dos sentidos como nas observações materiais. Esta quarta dimensão é indescritível, silêncio total que segue a elocução do OM. Uma quietude de todas as manifestações diferenciadas, ou seja, um estado pacífico , bem-aventurado e não-dual. Na
verdade este é o estado simbolizado pelo ponto na iconografia tradicional do AUM.









 
O simbolismo tríplice do OM é compreensível para a maioria de nós humanos 'ordinários' , percebidos tanto no nível intuitivo quanto objetivo . Isto é responsável pela popularidade e aceitação geral. Por este símbolo se extender sobre o espectro inteiro do universo manisfestado faz com que seja uma fonte verdadeira de espiritualidade.
Alguns símbolos equivalentes são:

  • Cores: Vermelho, Branco e Preto.Estações: Primavera, Verão e Inverno.
  • Periodos: Manhã, Meio-dia, e Noite.
  • Estados: Vigília (jagriti), Sonho (svapna), e sono-profundo (sushupti).
  • Esferas: Terrena, Celestial e Intermediária.
  • Deidade Elementar: Fogo (Agni), Sol (Aditya), Vento (Vayu).
  • Manifestação da Fala: Voz (vak), Mente (manas), Respiração (prana).
  • Função Sacerdotal: Fazer Ofertas, Realizar rituais e Cantar.
  • Tendências: Rotativa, Coesa e Desintegradora.
  • Qualidade: Energia (rajas), Pureza (sattva) e Ignorancia (tamas).
  • Ritual do fogo: da Casa, dos Ancestrais e de Invocação.
  • Deusa: Amba, Ambika, and Ambalika.
  • Deus: dos elementos (Vasus), do céu (Adityas), da esfera-do-espaço (Rudras).
  • Deidade: Brahma, Vishnu, Shiva.
  • Ação: Criação, Preservação, and Destruição.
  • Poder: de Ação (kriya), de Conhecimento (jnana) e de Vontade (iccha).
  • Homem: Corpo, Alma e Espirito.
  • Tempo: Passado, Presente e Futuro.
  • Estágios da Existencia: Nascimento, Vida e Morte.
  • Fases da Lua: Crescente, Cheia e Minguante.
  • Divindade: Pai, Mãe e Filho.
  • Alquemia: Enxofre, Mercúrio e Sal.
  • Budismo: Buda, Dharma e Sangha (três jóias do Budismo).
  • Cabalismo: Macho, Fêmea e a inteligência unida.
  • Pensamento Japonês: Espelho, Espada e Jóia.
  • Atributos Divinos: Verdade, Coragem e Compaixão.







 

De acordo as ciências espirutuais Indianas, Deus primeiro criou o som e destas frequências sonoras veio o mundo do fenômeno. Nossa existência total é constituída destes sons primordiais, que dão origem aos mantras quando organizados por um desejo de se comunicar, manifestar, invocar ou materializar. É dito que a própria matéria se originou do som e o OM é o mais sagrado de todos eles. É a sílaba que precede o universo e da qual os deuses foram criados. É a sílaba "raiz"(mula mantra), a vibração cósmica que mantém unidos os átomos do mundo e dos céus. Na verdade, Os Upanishads dizem que o AUM é deus em forma de som. Assim o OM é primeira parte mais importante dos mantras tanto do Budismo quanto do Hinduísmo, por exemplo como em Om Namoh Shivai e Om Mani Padme Hum.









Em uma interpretação mais profunda da concepção mística do AUM, citada no Upanishad:
AUM é um arco, a flecha o eu , e Brahman (Realidade Absoluta) é o alvo.
Outro texto antigo compara AUM com uma flecha, colocada em cima do arco do corpo humano (respiração), que depois de penetrar as trevas da ignorância encontra a sua marca, ou seja, o domínio iluminado do Verdadeiro Conhecimento. Assim como uma aranha que sobe em sua teia e ganha a liberdade, assim também é a subida do yogue em direção a libertação através da sílaba OM.

fonte: http://queilarte.blogspot.com/2009/09/o-significado-do-simbolo-om.html
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Em se tratando de algo tão sagrado, os sábios ensinaram a maneira correta de se traçar este yantra (símbolo) no alfabeto devanagari. Essa maneira, assim como a maneira correta de se pronunciar o mantra sagrado, de respirar entre as repetições e de meditar sobre seu significado.
Para se fazer corretamente o Om, devemos sempre fazer movimentos em sentido horário com a mão que desenha (até mesmo se estivermos usando o mouse de um computador).
Eis aqui alguns exemplos da força contida nas linhas do Om autêntico.









fonte: http://www.yoga.pro.br/artigos/586/3017/nao-use-o-om-do-bill-gates

MÃE DIVINA





Minha mãe minha rainha
Foi ela que me entregou
Para mim ser jardineiro
No jardim de belas flores
No jardim de belas flores
Tem tudo que procurar
Tem primor e tem beleza
Tem tudo que Deus me dá
Todo mundo recebe
As flores que vêm de lá
Mas ninguém presta atenção
Ninguém sabe aproveitar
Para zelar este jardim
Precisa muita atenção
Que as flores são muito fina(s)
E não podem cair no chão
O jardim de belas flores
Precisa sempre aguar
Com as prece(s) e os carinhos
Ao nosso pai universal

- Mestre Irineu-






OM - BHUR BHUVA SWAH
TAT SAVITUR VARENAYAM
BHARGO DEVASYA DHIMAHI
DHIYO YO NAH PRACHODAYAT

Em um mundo melhor,
a lei natural é a do amor.
Em uma pessoa melhor,
sua natureza também é amorosa.
O amor é o princípio
que cria e sustenta as relações humanas,
O amor espiritual leva ao silêncio,
e esse silêncio tem o poder de unir,
orientar e liberar as pessoas.
E mais, quando o seu amor é aliado à fé,
cria uma forte estrutura para a iniciativa e a ação.
Lembre-se: o amor é um catalisador para mudanças,
desenvolvimento e conquistas.

Por Brahma Kumaris






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