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sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Pílula Anticoncepcional: você nem o planeta precisam dela.



Hoje em dia a pílula ainda é promovida como uma forma de “controlar nossa vida”. Enquanto o verdadeiro sentido de “ter o controle” procede de conhecer como funciona nosso corpo, valorizando as mudanças rítmicas mensais como oportunidades de auto-conhecimento e cuidado consigo mesma, assim como o acesso às profundas fontes de poder que o ciclo nos revela. Esse "controle" é nosso, não cabe a algo e nem a ninguém (anticoncepcionais e indústria farmacêutica) que não a nós mesmas. Isso sim é verdadeira liberdade sobre nossos corpos.

Sobre os efeitos das pílulas anticoncepcionas:
"Infelizmente muitos médicos não informam suficientemente os efeitos secundários, nem as contraindicações. Às vezes dizem algo a respeito mas de forma muito rápida. Existem alguns médicos que não são partidários da pílula, porem são eles poucos e dispersos. Falar contrariamente à pílula no âmbito sanitário é visto como um suicídio profissional.” Alexandra Pope
Levamos 50 anos de uso, abuso e mitificação da pílula anticonceptiva.
- 50 anos medicando com hormônios sintéticos e alterando o sistema endócrino de mulheres saudáveis.
- 50 anos ocultando e mentindo sobre os efeitos secundários da pílula nas mulheres, no meio ambiente e na sociedade.
- 50 anos politizando a pílula anticonceptiva como bandeira de um tipo de feminismo deixando de lado outras formas de evitar a gravidez eficazes, inócuas e respeitosas com o corpo feminino.
- 50 anos, somando-se a séculos anteriores, estigmatizando e desinformando sobre o verdadeiro valor físico-psíquico da menstruação e o poder que sua conexão oferece às mulheres.
- 50 anos insultando a nossa natureza e à quem estamos unidas mediante os ciclos sagrados.
Porém isso, começando pelo monopólio de informação oficial a respeito, está acabando e cada vez mais especialistas estão questionando esses medicamentos e mais e mais mulheres abrem os olhos para conhecer e fazer justiça a seu corpo.
A australiana Alexandra Pope, autora de “The wild gene” e co-autora de “The pill: are you sure it´s for you?” 'converteu-se' em uma especialista sobre o poder do ciclo menstrual e o caminho desde a menarca até a menopausa.
Segundo Alexandra Pope os efeitos secundários da pílula anticoncepcional são muitos. Depressão, mudanças de humor, perda da libido, aumento de peso, etc. Afeta em geral a saúde, incluindo o debilitamento da função imunológica, devido a disfunção nutricional que provoca no nosso organismo. As mulheres que tomam a pílula e outros contraceptivos hormonais podem experimentar vários desses efeitos ao mesmo tempo. A pílula também afeta a fertilidade. Depois de deixar de tomá-la a menstruação pode demorar muito em voltar e atrasar bastante a concepção. Menos comuns, porém mais sérios, são os efeitos secundários como a osteoporose, trombose, câncer de mama e do colo do útero.
Outra consequência bem séria e pouco discutida se deve ao fato da pílula provocar a estrogenização do meio, já que seus resíduos hormonais são impossíveis de filtrar e os resíduos que ficam na água passam para a cadeia trófica, principalmente pela urina.
A pílula e outras forma de anticoncepção hormonal com estrógenos como a anticoncepcional de emergência (DIAD), o emplastro e o anel, foram especialmente desenvolvidos para transtornar o funcionamento natural do sistema endócrino da mulher. No entanto, também atua como desregulador endócrino quando é vertido no meio ambiente através das águas residuais. Esta demonstrado que esses produtos químicos afetam tanto a fauna marinha como os humanos. A exposição a esses disruptores estrogênicos do sistema endócrino durante um ciclo vital inteiro tem causado em algumas famílias de peixes uma incapacidade reprodutiva completa em somente uma geração. A agência de Meio Ambiente Britânica estudou 10 rios durante um período de 5 anos. Os estudos mostram que o estrógeno na urina, procedente da pílula, que havia chegado aos peixes através das águas residuais, afetava a 50% dos peixes do sexo masculino ao produzir óvulos em seus testículos e muitos haviam desenvolvido também órgãos reprodutivos femininos. Além disso se observaram efeitos no comportamento; por exemplo, nos ratos, expostos antes e depois de nascer, mostravam comportamentos anormais em sua vida adulta. Temos evidências para afirmar que a exposição a estrógenos no meio ambiente pode ter efeitos adversos nos humanos. Por exemplo, o dramático decréscimo do número e qualidade de esperma, o aumento na incidência de câncer de mama e de próstata, a puberdade prematura, e o aumento na incidência de endometriose.
(entrevista com Alexandra Pope)
O que acontece com o hormônio ethinylestrodiol?
Um dos principais temas de investigação recentes é o impacto no meio ambiente de alguns dos mais recentes anticonceptivos hormonais. O adesivo e o anel de alguns dos mais recentes anticonceptivos pode provocar maiores riscos ambientais depois de ser descartados que pelos próprios estrógenos na urina. Um adesivo usado e despejado no lixão ou enviado ao riacho pode danificar a fauna pois continua desprendendo o hormônio ethinylestrodiol. Como vimos, os anticonceptivos hormonais podem ter efeitos que vão mais além da própria mulher individual que os utiliza.
Quem ganha com a implantação global da pílula?
As empresas farmacêuticas. (óbvio) É um produto muito rentável para elas. Para os médicos também é muito rentável. Simplesmente receitam o mesmo quando se acaba. Para as mulheres que demonstram preocupação receitam outra marca de pílula e pronto. Infelizmente muitos médicos não informam suficientemente os efeitos secundários nem as contraindicações. Às vezes dizem algo, porém de forma muito rápida.
A pílula confunde o organismo feminino?
O ciclo menstrual da mulher é um sistema muito sofisticado que muda constantemente. Responde ao meio interno e externo e nos informa mensalmente como manejarmos nossas vidas. A pílula suprime esse ciclo e, além dos muitos efeitos secundários mencionados antes, têm um efeito mortal em nossa capacidade de saber o que acontece com nossa vida a nível físico e emocional. Mascara os sintomas de problemas de saúde confundindo-nos. Pode ser que não detectemos sinais de problemas de saúde ou assuntos emocionais tão rapidamente como quando temos um ciclo normal. Também distorce a passagem pela menopausa, privando-nos de um dos momentos psico-espirituais mais importantes na vida de uma mulher.
PÍLULA E FEMINISMO: Esclarecendo conceitos
Porque tantas vezes, quando alguém ataca a pílula, os setores feministas se sentem igualmente atacados?
Suponho que nos referimos aqui às atitudes antifeministas e patriarcais. Hoje em dia a pílula se considera sinônimo de anticoncepção. Desafortunadamente, existe uma grande ignorância sobre outras formas anticonceptivas, assim que quando se questiona a pílula parece que estamos questionando a própria anticoncepção, dai a reação. É muito triste que não anime às mulheres a conhecer o funcionamento de seu próprio ciclo menstrual, negando-se assim a oportunidade de experimentar o método anticonceptivos mais poderoso, o conhecimento de sua própria fertilidade. Com esse conhecimento as mulheres tem verdadeiro controle sobre os seus corpos e a capacidade de escolher desde sua posição de poder. Assume-se hoje em dia que as mulheres são incapazes de manejar sua fertilidade por si mesmas e tem que ser controladas pela medicina. Essas idéias pertencem ao século XIX, não ao século XXI. Temos que modificar as atitudes negativas sobre a menstruação e resgatar nosso ciclo menstrual ou ciclo fértil como recurso exclusivamente feminino que, uma vez compreendido, proporciona não somente ferramentas anticonceptivas como também um método de auto-conhecimento e controle pessoal.
A entrevista com Alexandra Pope foi publicada na The Ecologist.
Para maiores informações visite: http://www.wildgenie.com/alexandra_pope_fs.html


Veja também:
Alternativa ao uso de pílulas anticoncepcionais parte 1 - Método Billings
Alternativa ao uso de anticoncepcionais parte 2 - Sagrado Feminino

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MÃE DIVINA





Minha mãe minha rainha
Foi ela que me entregou
Para mim ser jardineiro
No jardim de belas flores
No jardim de belas flores
Tem tudo que procurar
Tem primor e tem beleza
Tem tudo que Deus me dá
Todo mundo recebe
As flores que vêm de lá
Mas ninguém presta atenção
Ninguém sabe aproveitar
Para zelar este jardim
Precisa muita atenção
Que as flores são muito fina(s)
E não podem cair no chão
O jardim de belas flores
Precisa sempre aguar
Com as prece(s) e os carinhos
Ao nosso pai universal

- Mestre Irineu-






OM - BHUR BHUVA SWAH
TAT SAVITUR VARENAYAM
BHARGO DEVASYA DHIMAHI
DHIYO YO NAH PRACHODAYAT

Em um mundo melhor,
a lei natural é a do amor.
Em uma pessoa melhor,
sua natureza também é amorosa.
O amor é o princípio
que cria e sustenta as relações humanas,
O amor espiritual leva ao silêncio,
e esse silêncio tem o poder de unir,
orientar e liberar as pessoas.
E mais, quando o seu amor é aliado à fé,
cria uma forte estrutura para a iniciativa e a ação.
Lembre-se: o amor é um catalisador para mudanças,
desenvolvimento e conquistas.

Por Brahma Kumaris






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