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quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Os nossos sonhos têm algum significado?


  • Nossos sonhos podem nos mostrar alguma coisa a respeito de nossa personalidade? De acordo com Freud e Jung, sim, e os sonhos podem nos ajudar.
  • Sigmund Freud e Carl Gustav Jung são considerados os dois mais importantes nomes da Psicologia. Ambos concordavam que os sonhos têm mais significado do que pensamos. Não estamos aqui falando de astrólogos nem adivinhadores, mas sim dos dois maiores gênios e fundadores dos diversos ramos da Psicologia: Jung e Freud!
  • Freud e os sonhos

    Em seu famoso livro "A Interpretação dos Sonhos", Freud afirmava que os sonhos são "Uma janela para o inconsciente", e que é possível se descobrir muito a respeito de uma pessoa se for feita uma análise apropriada, não do que lembramos de nossos sonhos, mas sim com uma interpretação das imagens e cenas simbólicas que aparecem em nossos sonhos.
    Os sonhos, para Freud, representavam a "realização de um desejo oculto" – e devido ao Superego (o "censor" de nossa mente) barrar o real significado do que sonhamos, ele permite que passe apenas uma simbologia do nosso desejo inconsciente através de uma "fachada" - que é o que lembramos de nossos sonhos.
    O "pai da Psicanálise", sempre acreditou que os sonhos eram uma ferramenta importante para se desvendar os traumas ocultos e assim poder tratar os seus pacientes.
  • Jung e os sonhos

    Para o psiquiatra suíço Jung, os sonhos não são apenas reveladores de desejos ocultos, como afirmava Freud, mas sim um recurso da mente humana, na busca de um equilíbrio, um tipo de compensação.
    E Jung era, ele mesmo, sua principal cobaia em seus experimentos. Foi baseado no que ele mesmo viu, sentiu e também no que percebeu ao estudar seus pacientes, que ele deduziu que nos nossos sonhos atuam forças distintas na busca desse equilíbrio ou compensação da psique humana: uma dessas forças, que ele chamou de "sombra", seria os aspectos que ainda não aceitamos em nossa personalidade. Tais "sombras" são os vilões que aparecem em nossos sonhos.
    Para o grande psiquiatra suíço, os aspectos absurdos dos sonhos não são só "fachadas", mas sim a própria maneira do inconsciente se manifestar.
  • Interpretando os nossos sonhos

    Só que os sonhos não se prestam a uma fácil interpretação, e desde os primórdios da civilização, já se tem conhecimento de pessoas que tentavam interpretar os sonhos – cada uma usando uma técnica diferente. Freud e Jung usavam seus métodos psicanalíticos para tentar entender os sonhos e assim poder tratar as neuroses e traumas de seus pacientes.
  • A primeira meia hora do dia

    Quando eu tinha uns 22 anos, escrevi a respeito da primeira "meia hora" logo após despertarmos. Escrevi que não devemos levar a sério nossa primeira meia-hora depois de acordarmos de nosso sono, porque ainda estamos meio fora do ar, enquanto nossa mente vai se tornando alerta e consciente.
    E que não devemos tomar nenhuma decisão, falar nada importante, enquanto não passar aquela "primeira meia hora", sob risco de decidirmos mal ou falar alguma besteira, da qual nos arrependeremos depois.
  • Anote seus sonhos

    O que é muito útil se fazer, logo que se acorda, é anotar (mesmo resumidamente), o que conseguirmos lembrar dos nossos sonhos.
    Deixe sempre um caderno e uma caneta ao lado da cama. Crie o hábito de anotar tudo o que lembrar dos seus sonhos, por mais absurdos que pareça ser.
    Escreva logo ao acordar, porque senão os sonhos podem se desvanecer.
    Pelo que pudemos entender dos estudos de Freud e Jung, percebemos que através dos sonhos podemos ser influenciados, nos conhecermos melhor, e assim nos tornarmos melhores e mais constantes.
    Em palavras simples: interpretando nossos sonhos, isso nos dará maior conhecimento de nós mesmos, nos ajudando a "aparar as arestas" de nossa personalidade, nos lapidando para nos tornar uma pessoa que seja digna de ser amada e que tenha maior capacidade de amar e ser feliz.
    Ao anotarmos nossos sonhos assim que acordarmos, naquela "primeira meia hora", lembram-se? Depois de anotar (ou mesmo relembrando e anotando sonhos repetitivos do passado), podemos analisar tais anotações para ver se encontramos padrões que nos ajudem a nos conhecer melhor.
    Nem todos os sonhos são "reveladores", e muitos deles (talvez a maioria) não tenham significado nenhum, sendo apenas sonhos de coisas do dia a dia. Mas têm sonhos que sentimos que "não são só sonhos", e esses sim, são os sonhos profundos (que os cientistas chamam de sonhos REM, quando mexemos os olhos dormindo e fazemos outros gestos inconscientemente).
    São esses sonhos especiais que nos interessam mais. Buscando significados por trás dos "absurdos" desses sonhos, poderemos aprender mais a respeito de nossa personalidade.
    Com o tempo, assim como aconteceu comigo algumas vezes, poder-se-á, com tal treinamento, se ter sonhos chamados de lúcidos, isto é, você perceberá que está sonhando, e então terá controle total do que acontece durante o sonho. Eu, nesses sonhos em que fiquei desconfiado que estava sonhando, pulava e flutuava, aí tinha a certeza de que estava mesmo dentro de um sonho. Então começava a voar, dentro do sonho. A sensação é maravilhosa, ver as luzes da cidade lá de cima, e sentir o vento de encontro ao rosto.
    Resumindo, podemos dizer então que nossos sonhos podem ser ricos de significado e também nos ajudar a ter maior autodomínio e autoconhecimento.
https://familia.com.br/10189/os-nossos-sonhos-tem-algum-significado

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MÃE DIVINA





Minha mãe minha rainha
Foi ela que me entregou
Para mim ser jardineiro
No jardim de belas flores
No jardim de belas flores
Tem tudo que procurar
Tem primor e tem beleza
Tem tudo que Deus me dá
Todo mundo recebe
As flores que vêm de lá
Mas ninguém presta atenção
Ninguém sabe aproveitar
Para zelar este jardim
Precisa muita atenção
Que as flores são muito fina(s)
E não podem cair no chão
O jardim de belas flores
Precisa sempre aguar
Com as prece(s) e os carinhos
Ao nosso pai universal

- Mestre Irineu-






OM - BHUR BHUVA SWAH
TAT SAVITUR VARENAYAM
BHARGO DEVASYA DHIMAHI
DHIYO YO NAH PRACHODAYAT

Em um mundo melhor,
a lei natural é a do amor.
Em uma pessoa melhor,
sua natureza também é amorosa.
O amor é o princípio
que cria e sustenta as relações humanas,
O amor espiritual leva ao silêncio,
e esse silêncio tem o poder de unir,
orientar e liberar as pessoas.
E mais, quando o seu amor é aliado à fé,
cria uma forte estrutura para a iniciativa e a ação.
Lembre-se: o amor é um catalisador para mudanças,
desenvolvimento e conquistas.

Por Brahma Kumaris






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