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terça-feira, 19 de abril de 2011

Belíssima herança de Jesus, o Pai Nosso



Belíssima herança de Jesus, o Pai Nosso.




“Ó fonte da manifestação, Pai-Mãe do Cosmo.




Focaliza tua luz dentro de nós, torne-a útil.



Estabelece teu reino de unidade agora.



Que teu desejo uno atue com os nossos, tanto na plenitude da luz como em todas as formas.



Dá-nos o que precisamos cada dia em pão e percepção.



Solta as amarras dos erros que nos prendem, na mesma medida em que soltamos os elos que mantemos da culpa dos outros.



Não deixe que coisas superficiais nos iludam mas livra-nos de tudo que nos aprisiona.



De Ti nasce a Vontade que tudo governa, o Poder e a Vida para realizar a melodia que tudo embeleza e de idade em idade tudo renova.



Amém.”







Quando Jesus nos alerta:



“Não junteis tesouros na terra”, ele está indicando que devemos procurar os tesouros do céu, os tesouros da alma e não aquilo que é terreno.



Essa é uma das muitas passagens da Bíblia que é mal compreendida.



Muita gente acha que Jesus estava pregando “façam como as aves do céu e os lírios do campo, não se preocupem em absoluto com a vida no mundo, deixem que Deus dará”.



Mas Deus nos colocou neste mundo com uma série de deveres e obrigações.



Devemos agir e Ele nos recompensará de acordo com o nosso esforço.



O que Jesus está chamando a nossa atenção é a questão da ênfase, da prioridade.



Será que todos nós, mesmo aspirantes que somos, estamos absolutamente convictos que as prioridades que damos ao nosso tempo, à nossa atenção está de acordo com a nossa aspiração espiritual?



Jesus está chamando exatamente a atenção para isso.



Ênfase e prioridade entre as coisas terrenas e as coisas espirituais.



“Guardai-vos dos falsos profetas porque vêem a vós disfarçados de ovelhas mas por dentro são lobos ferozes, pelos seus frutos os conhecereis.



Por acaso colhem-se uvas dos espinheiros ou figos dos cardos?



Do mesmo modo, toda árvore boa dá bons frutos mas a árvore má dá frutos ruins.



Uma árvore boa não pode dar frutos ruins, nem uma árvore má dar bons frutos.



Toda árvore que não produz bons frutos é cortada e lançada ao fogo.



É pelo seus frutos, portanto, que os reconhecereis”.



Esse é um dos três últimos blocos de ensinamentos que foram mantidos como parte do Sermão da Montanha.



Obviamente, Jesus estava chamando a atenção para o perigo, em todas as eras, dos falsos profetas, a terminologia no tempo de Jesus;



em nossos tempos seriam os falsos gurus.



Como existem muitos gurus oferecendo-se para ser nossos guias, acenando com iniciações nessa ou naquela técnica espiritual, Jesus nos alerta, pelos frutos os conhecereis.



Uma das chaves para reconhecermos os verdadeiros gurus é a pureza de coração.



Quem espera ganhar algum benefício, aqueles que pedem uma contribuição para a igreja, uma contribuição para manter o movimento.



Alerta! O alarme deve estar soando.



Mas, pior ainda, é quando verificamos que a vida desses gurus não reflete aquilo que eles pregam.



Demonstram uma atitude de intolerância, de desrespeito ao próximo.



Esses, provavelmente são falsos gurus.



“Pelos frutos os conhecereis”.



“Nem todo aquele que me diz ‘Senhor, Senhor’ entrará no reino dos céus.



Mas, sim, aquele que pratica a vontade de meu Pai que está nos céus”.



Esse é mais um ensinamento em que Jesus faz o contraste, tendo antes chamado nossa atenção para os falsos gurus, agora ele chama a atenção para os falsos discípulos.



Esses são os discípulos que vivem da boca para fora, dizendo que não só estão cumprindo os mandamentos, os preceitos, os ensinamentos, mas que têm poderes, que fizeram curas, exorcizaram, que fizeram milagres.



Jesus disse que só aquele que pratica a vontade de seu pai, aquele que já se distanciou do seu pequenino eu, que está inteiramente desapegado e que escuta a voz do silêncio, esse sim é seu discípulo.



Nesse caso, também, pelos frutos serão conhecidos.



E quem é que precisa conhecer os frutos do discípulo?



Somente o Pai celeste que vê em segredo.



Portanto, nossas obras não precisam ser reconhecidas externamente pelos outros, ninguém precisa anunciar que fez isso ou fez aquilo.



E finalmente, o último slide:



“Assim, todo aquele que ouve essas minhas palavras e as põe em prática será comparado a um homem sensato que construiu a sua casa sobre a rocha.



Caiu a chuva, vieram as enxurradas, sopraram os ventos e deram contra aquela casa, mas ela não caiu, porque estava alicerçada na rocha.



Por outro lado, todo aquele que ouve essas minhas palavras, mas não as pratica, será comparado a um homem insensato que construiu a sua casa sobre a areia.



Caiu a chuva, vieram as enxurradas, sopraram os ventos e deram contra aquela casa e ela caiu.



E foi grande a sua ruína.”



Nesse caso, tanto o homem sábio como o insensato conheciam os ensinamentos de Jesus.



Qual era a diferença?



O insensato conhecia os ensinamentos mas não os cumpria.



Os sábios não só conheciam os ensinamentos como os cumpriam.



Por isso, quando caiu a chuva, sopraram os ventos e vieram as enxurradas, quando chegaram as provações que todos os discípulos têm que enfrentar, eles não estavam fortalecidos pela prática espiritual e sucumbiram.



Essas provações foram representadas nos Evangelhos, pelas tentações de Jesus no deserto.



Até mesmo um discípulo avançado passa por tentações, simbolizadas pelas enxurradas e os ventos.



Aquele que tem sempre os ensinamentos divinos em mente, e procura viver de acordo com eles, tem simbolicamente sua casa alicerçada na rocha.



Mas os intelectuais da espiritualidade, que conhecem todos os ensinamentos, que leram um monte de livros, que falam sobre essa e aquela versão do ensinamento, mas demonstram um conhecimento meramente intelectivo, que não entrou no coração, nem se tornou uma expressão de sua vida, esses estão construindo sua casa na areia.



E sempre enfrentam a ruína e sempre estão sofrendo.



Esse ensinamento é especialmente importante para nós que já lemos muitos livros e ouvimos muitas palestras.



Não podemos nos contentar com o mero conhecimento do ensinamento, devemos coloca-lo em prática em nossa vida.



Para todo aquele que teve tantas oportunidades de conhecer os ensinamentos de grandes Mestres de diferentes tradições, é especialmente relevante uma outra passagem encontrada mais adiante no



Evangelho segundo Mateus, com a qual eu gostaria de concluir esta palestra:



“A quem muito foi dado, muito será exigido.”



Palavras do Senhor.





(...parte da Palestra apresentada na sede da Sociedade Teosófica... transcrita por Lúcia Ribeiro Dantas)



Maria Elisete Shalom...

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MÃE DIVINA





Minha mãe minha rainha
Foi ela que me entregou
Para mim ser jardineiro
No jardim de belas flores
No jardim de belas flores
Tem tudo que procurar
Tem primor e tem beleza
Tem tudo que Deus me dá
Todo mundo recebe
As flores que vêm de lá
Mas ninguém presta atenção
Ninguém sabe aproveitar
Para zelar este jardim
Precisa muita atenção
Que as flores são muito fina(s)
E não podem cair no chão
O jardim de belas flores
Precisa sempre aguar
Com as prece(s) e os carinhos
Ao nosso pai universal

- Mestre Irineu-






OM - BHUR BHUVA SWAH
TAT SAVITUR VARENAYAM
BHARGO DEVASYA DHIMAHI
DHIYO YO NAH PRACHODAYAT

Em um mundo melhor,
a lei natural é a do amor.
Em uma pessoa melhor,
sua natureza também é amorosa.
O amor é o princípio
que cria e sustenta as relações humanas,
O amor espiritual leva ao silêncio,
e esse silêncio tem o poder de unir,
orientar e liberar as pessoas.
E mais, quando o seu amor é aliado à fé,
cria uma forte estrutura para a iniciativa e a ação.
Lembre-se: o amor é um catalisador para mudanças,
desenvolvimento e conquistas.

Por Brahma Kumaris






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